ABDAN ASSINA ACORDO COM ENTIDADE JAPONESA PARA FORTALECER DESENVOLVIMENTO DA ENERGIA NUCLEAR
Estreitando laços internacionais. A Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN) e o Japan Atomic Industrial Forum (JAIF) assinaram hoje (19) um Memorando de Entendimento (MoU) voltado a ampliar a cooperação entre Brasil e Japão no desenvolvimento da energia nuclear civil, com ações relacionadas a inovação, segurança e sustentabilidade no setor. O documento foi assinado pelo o presidente da ABDAN, Celso Cunha, e pelo CEO da JAIF, Hideki Masui.
A parceria prevê uma agenda conjunta de colaboração técnica, institucional e comercial. O escopo do acordo inclui o estímulo ao intercâmbio entre as cadeias de suprimentos nucleares, a realização de eventos e missões empresariais, a troca de práticas e a elaboração de iniciativas voltadas à capacitação profissional e tecnológica.
“A JAIF é uma das instituições mais respeitadas do mundo em energia nuclear, e esse acordo reforça o papel da ABDAN como articuladora internacional do setor, abrindo portas para novas oportunidades de negócios, inovação e desenvolvimento sustentável”, destacou Celso Cunha.
Criada em 1956, a JAIF reúne cerca de 400 organizações japonesas, entre concessionárias de energia elétrica, fabricantes, fornecedores de equipamentos, institutos de pesquisa e governos locais. A entidade atua na promoção do uso pacífico da energia nuclear e no diálogo entre agentes do setor.
O acordo já está em vigor. Um grupo de trabalho bilateral será criado para acompanhar os desdobramentos, propor ações e identificar novas oportunidades de cooperação entre os dois países.

publicada em 19 de novembro de 2025 às 15:00 





Com todo esse background os japonês podiam incentivar nosso órgão de lobby nuclear a avaliar adequadamente a viabilidade de usinas nucleares, fazendo um case study de Angra 3. Seria viável? E os riscos e incertezas de EPC, da cadeia de suprimento atual em substituição às estruturas, sistemas e componentes envelhecidos e desatualizados, dos risco regulatórios, do local saturado de habitantes habitando próximo às cercas da usina, da sobrevivência do fluxo de caixa diante de atrasos pelo aumento de escopos e prazos, levando à altura os juros durante a construção. Basta uma planilha Excel, hipóteses realistas e compromisso com a viabilidade… Leia mais »