NAO DELETAR

ACELEN COMEMORA 4 ANOS, CALA CRÍTICOS DA PRIVATIZAÇÃO E TRANSFORMA MATARIPE NA 2ª MAIOR REFINARIA DO PAÍS

Se alguém tinha dúvidas sobre se a privatização da Refinara de Mataripe fosse dar certo, basta ver os resultados que a Acelen, seu nome nome, apresenta. Ela se transformou numa empresa de energia do Mubadala Capital, que está comemorando quatro anos à frente da Refinaria.  Os resultados falam por si e eles  demonstram maior excelência e eficiência operacional. Desde dezembro de 2021, a companhia já investiu mais de R$ 3 bilhões na planta industrial, que passou pelo maior programa de modernização de sua história, com foco em automação e segurança. Os avanços ampliaram a confiabilidade, capacidade e diversificação produtiva, com o lançamento de seis produtos (propano especial, butano especial, diesel marítimo, solvente, OCB1 e nafta craqueada), além de reduzir significativamente o impacto ambiental de sua operação.

A avaliação dos principais indicadores revela uma outra refinaria. A segunda maior refinaria do país, responsável por 14% da capacidade nacional de refino, 42% da produção do Nordeste e 80% da Bahia, registrou 93 recordes de produção desde o início da gestão da Acelen, com destaque para diesel, gasolina, querosene de aviação (QAV), óleo combustível, lubrificantes e parafinas.  No Terminal Aquaviário de Madre de Deus – Temadre, o investimento de R$ 70 milhões permitiu a conclusão da primeira etapa de requalificação, garantindo o maior calado do Nordeste, podendo receber navios maiores SuezMax, com capacidade em torno de um milhão de barris de petróleo, além de aumentar a segurança da navegação e das operações para as pessoas e o meio ambiente, e reduzir as emissões de CO₂ logístico.

Para o vice-presidente de Operações, Celso Ferreira, os avanços refletem a maturidade operacional. “Estruturamos processos, modernizamos rotinas e elevamos o nível de confiabilidade da planta. Os indicadores mostram que aumentamos a eficiência e ampliamos a capacidade produtiva com segurança e previsibilidade.” As emissões pelo flare foram reduzidas em mais de 60%, equivalente ao CO₂ capturado por 370 campos de futebol de área plantada de macaúba. O consumo de energia caiu 17% em comparação a 2021, economia equivalente ao consumo residencial inteiro de estados como Sergipe ou Rondônia, ou ainda ao abastecimento de uma cidade com 2,37 milhões de habitantes, quase o tamanho de Salvador. A gestão eficiente de recursos hídricos é outro destaque. O consumo de água na refinaria foi reduzido em 20%, volume suficiente para abastecer uma cidade de 49 mil habitantes, mais do que a população somada de Cachoeira e São Félix, segundo IBGE e SNIS.

O ciclo de transformação rendeu reconhecimento nacional e internacional. A Refinaria de Mataripe está entre as melhores da América Latina pela World Refining Association e venceu, na categoria Américas, o Open Innovation Awards 2025, da Gartner, premiação global que reconheceu o projeto inovador de monitoramento de catalisadores baseado em inteligência artificial (IA). Com mais de 1.100 colaboradores, sendo 21% do quadro de talentos das comunidades do entorno da refinaria, levou também o prêmio “Jovem Engenheiro do Ano” na Latin America Refining Technology Conference (LARTC 2025) e o 1º lugar na 15ª edição do Prêmio FIEB Indústria Baiana Sustentável, pelo programa “Cuidado com as Comunidades Pesqueiras“, que engloba iniciativas como Acelera Pesca, Mutirões de Saúde, Corais da Baía e Movimento Replantio. Outra conquista e reconhecimento foi ganhar o selo Zero Aterro Bronze, inédito no setor de refino no Brasil, pela redução de 60% para 9,6% da destinação de resíduos sólidos para aterros.

A atuação da Acelen nas comunidades do entorno da Refinaria de Mataripe reforça o seu compromisso social e ambiental. Mais de R$ 25 milhões já foram investidos em projetos sociais, ambientais e educacionais na Bahia. O Acelen Acender, centro de excelência em educação, completou dois anos oferecendo formação profissional a jovens e colaboradores. A aproximação com lideranças locais foi ampliada com três Conselhos Comunitários Consultivos (CCCs), que reúnem 83 conselheiros selecionados com critérios de diversidade e representatividade.

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Luiz Mello
Luiz Mello
10 meses atrás

Parabéns time Acelen por essa formidável jornada!

Luis
Luis
10 meses atrás

Primeiro sempre teve essa posição a refinaria, e segundo a privatização pra quem é consuimdor torna o combustível mais caro para a população usso só é bom para o lucro dos acionistas e terceiro o titulo do tezto so engana otario.

José
José
10 meses atrás
Responder para  Luis

Esse Petronoticia aqui , as empresas pagam para pilotar notícias. A Acelen esta querendo melhorar a imagem para vender para Petrobras com valor maior de mercado . Esse mundo que a gente vive é todo torto

Jair Freitas
Jair Freitas
10 meses atrás

Isso é Fake

Antônio
Antônio
10 meses atrás
Responder para  Jair Freitas

E pior que pobre que comemorar a gasolina cara!!kkk

Antonio couto
Antonio couto
10 meses atrás

E cobra mais caro que as refinarias da PB. No final saímos perdendo, e muito.

Murilo
Murilo
10 meses atrás

Pq venderam já que dava lucro? Joia 💎

Antônio
Antônio
10 meses atrás

Uma das piores coisas que aconteceu Para população bahiana, pois hoje pagamos a gasolina mais cara do Brasil. Único que comemorar são os lobistas da privatização e acionistas

Alfredo Frantz Filho
Alfredo Frantz Filho
10 meses atrás

Texto altamente tendencioso. Só está sendo bom para o grupo mubadala e uma par ela da elite. O consumidor paga um dos combustíveis mais caros do País. Só acredita nisso quem é totalmente leigo e apoiadores de privatizações.

Paulo
Paulo
10 meses atrás

E quem disse que a privatização é ruim para o empresário? Até porque, do jeito que ela adquiriu, por um preço menor do que valia, e financiado pelo BNDS, tem mesmo que dá certo. E outra, ela não comprou una refinaria. Ela comprou o mercado inteiro. Por acaso tem alguma outra concorrência em toda a Bahia? A Petrobras vendeu dizendo que era pra aumentar a competitividade. Daí a empresa co corre com ela mesmo. Vai entender. Kkk