ÍNDIA DÁ EXEMPLO AO BRASIL E AUTORIZA O CAPITAL PRIVADO CONSTRUIR UMA REDE DE USINAS NUCLEARES NO PAÍS
No mesmo momento em que o Brasil do governo Lula adia para o ano que vem a decisão sobre concluir as obras da usina nuclear de Angra 3, a Índia, parceiro dos BRICs, dá um exemplo extraordinário, e escolhe abrir a produção de energia nuclear para o setor privado. Exatamente o que as empresas do segmento que atuam no país e a ABDAN – Associação Brasileira do Desenvolvimento das Atividades Nucleares – vêm defendendo. As empresas privadas sabem mais, dominam o conhecimento, têm mais responsabilidade com custos e podem fazer melhor. Infelizmente, mesmo diante dos claros exemplos, o governo Lula continua acreditando em empresas estatais e resultados pífios.

Narendra Modi, Primeiro Ministro Indiano. Exemplo de quem quer. Lula da Silva, exemplo de quem não quer a nuclear
A Índia está abrindo a sua indústria de energia nuclear, refletindo uma tendência global em direção à energia atômica. O projeto de lei, aprovado pelo parlamento indiano está prestes a desbloquear uma nova fonte para a matriz energética do país. Lá, a energia nuclear fornece apenas 3% da eletricidade para o país tão continental como o Brasil e, até agora, era controlada pelo Estado, como aqui. Após décadas de subinvestimento, mais países estão adotando a energia nuclear. Firme e limpa. Com o desenvolvimento tecnológico, a geração firme e limpa, se transformou em um ativo fundamental. A crescente demanda por energia para alimentar centros de dados de inteligência artificial, é um exemplo claro. Pelo menos 31 nações se comprometeram a triplicar a capacidade de geração nuclear até 2050.
No Brasil, o retardo prolongado, somando-se impasses vivido pela estatal Eletronuclear, que precisa continuar pagando despesas ligadas ao empreendimento e prevê desequilíbrio de caixa em 2026. A diretoria escolhida pelo Ministro de Minas e Energia se mostrou incapaz de resolver a situação da companhia. Endividada, sem capacidade de investimentos, se apoiava na Eletrobrás, que foi privatizada, que acabou se livrando do compromisso de investir para terminar Angra 3. Agora, com a entrada da Âmbar, a esperança do capital privado, traz novos ares, nova esperança. Mas, o poder estatal não falha e, por isso, a expectativa está no mesmo pódio da influência para criar carguinhos e empregos.
Para o público externo, o ministro Alexandre Silveira continua querendo parecer bom moço, de olho no governo de Minas, sem querer brigar com ninguém, diz defender o projeto, mas não age de verdade. Ele sabe da importância da conclusão da usina e do potencial nuclear que o país tem, mas se mantém com este mesmo discurso, sentado na cadeira. Sabemos que a decisão sobre a continuidade ou não de Angra 3 é de responsabilidade do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética), colegiado integrado por 17 ministros. E sabemos também que quando se quer verdadeiramente, as coisas acontecem. Mais um exemplo: a reunião marcada para esta quinta-feira (18) que discutiria a reestruturação do setor de energia nuclear, entre outros itens, foi adiada para janeiro. Afinal, o Natal está aí. E já era quinta-feira…

publicada em 19 de dezembro de 2025 às 14:00 







Por que uma empresa como a ROSATOM defendendo esse tipo de argumento, uma empresa estatal russa… nao sou contra capital privado mas colocar eles no setor de energia nuclear aí já é demais….
Só uma coisa… quer colocar no setor privado pra chamar os amigos oligarcas? Esse tipo de argumento que privatizar vai salvar é idiotice, tem setores que o estado tem que perder dinheiro sim, saúde, educação, saneamento básico, transporte, energia… e por aí vai.
Aqui só o estado manda, cobra quatro, gasta um, fica com três e a obra não parte. Confiram
Aqui esculhamba-se o PPI dos derivados de petróleo, e tem fartura. Farta tudo: nitrogenados, gás natural, diesel…
Não vejo nada de positivo e vantagoso algo tão estratégico para uma sociedade como energia, deixar uma sociedade refém de um grupo empresarial. O Estado é que tem que dar ao seu povo a certeza que ninguém ficará sem luz pela ganância do capitalismo selvagem.
É um absurdo confiar no setor privado para cuidar de um setor tão importante quanto o energético, quanto mais se for algo com um potencial desastroso como a energia nuclear (se mantida sem cuidados). Entregar energia para entres privados só leva a demissões, precarização do serviço/salários e possibilidade para desastres.
Brasil acerta muito em não seguir a dica de privatizar o que quer que seja.
Péssimo exemplo.
O.mais importante é como será o “contrato caracú”. A união entre o “capital privado” e os corruptos desse país, a grande maioria no legislativo, nunca privilégio.os interesses do país. Visam apenas atender a insaciável gula desses investidores que não querem saber de pagar impostos. Em resumo, o que eles gostam é de contratos CARACÚ
Setor privado do Brasil não tem responsabilidade p bastante para garantir segurança de barragens de rejeito de mineração, imagine de usinas nucleares.
Exemplo de quem quer , e de quem não quer ?
Que matéria mais chinfrim.
Infelizmente nós temos administradores são visão do futuro