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MADURO ENVIOU TONELADAS DE OURO PARA SUIÇA, REINO UNIDO E TURQUIA QUANDO VENEZUELANOS FUGIAM OU PASSAVAM FOME

Aos poucos as informações classificadas sobre a realidade da vida do ditador sanguinário Nicolás Maduro estão vindo  á tona. Enquanto o povo fugia do país e os que ficaram comiam  cachorros, lixo, pombos e até animais do zoológico,  Maduro enviava secretamente toneladas de ouro no valor de quase 4,7 bilhões de euros, com a intenção de derretê-lo e vendê-lo internacionalmente. Ao longo de cinco anos, a Venezuela transportou por via aérea 127 toneladas de ouro para a Suíça, que foram posteriormente rastreadas pela alfândega daquele país, responsável pelo registro e comunicação de todas as importações e exportações.  A Suíça é um importante centro internacional para o ouro e, em termos de valor, tem sido o maior importador e exportador de ouro do mundo, segundo os dados alfandegários mostrando os enormes fluxos de entrada e saída nos últimos anos. O ouro venezuelano, que é retirado de minas em pequenas cidades pelo povo pobre local,  sob o comando dos generais corruptos mais importantes do governo. A justiça do Reino Unido bloqueou todo outro de origem venezuelana. Nem a  Suiça e nem a Turquia decidiram o que vão fazer com ele.

Fundamental para um país como a Venezuela, que busca monetizar o ouro proveniente das reservas do Banco Central, a Suíça abriga algumas das maiores refinarias do minério do mundo. Entre elas, destacam-se Valcambi, PAMP e Argor-Heraeus, concentradas principalmente no cantão de Ticino. Essas  refinarias podem fundir e refundir metais em formatos de alta qualidade, comercializáveis ​​internacionalmente, ou barras “Good Delivery”, e fornecer a documentação e a certificação que facilitam a movimentação e a venda do ouro nos mercados globais. O governo suíço não havia divulgado anteriormente dados sobre a transferência de ouro da Venezuela, em consonância com a tradição da federação de máxima discrição financeira, o que continua a torná-la atraente tanto para grandes empresários quanto para líderes com inclinações autocráticas que buscam um local para armazenar ou liquidar seus ativos.

Com a prisão de Maduro e da mulher dele, Cília,  a emissora pública suíça SRF afirmou que o governo dele enviou ouro para o exterior como um “ato de desespero.  Segundo relatórios do CIGI publicados na mesma época em que Maduro transportava ouro para a Suíça, a Venezuela apresentava uma “lacuna de financiamento substancial” e “poucas opções de ativos ou políticas para saná-la”. As receitas das exportações de petróleo, que eram e continuam sendo a principal fonte de divisas do estado, entraram em colapso, com a CIGI declarando que “a receita das exportações é lamentavelmente insuficiente para cobrir o serviço da dívida pública deste ano”. Segundo a SRF, após ser refundido, parte do ouro venezuelano provavelmente foi transportado para outros países, como a Grã-Bretanha, outro um importante centro internacional de comércio de ouro, e também grande quantidade para a Turquia. Maduro também possui vários imóveis, aviões e uma mansão na República Dominicana que vale mais de 40 milhões de dólares que era usada por seus filhos e outros familiares. Estima-se que a dívida externa atual do país chegue a US$ 170 bilhões, o que equivale ao dobro da produção econômica anual do país, tornando-o efetivamente falido.

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