A ACELEN COMEÇA A COLHER BONS FRUTOS DEPOIS DE DESENVOLVER SUA PLATAFORMA PRÓPRIA DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
A Acelen aposta na aceleração de sua política digital e desenvolve como pilar fundamental e consolida o AcelenGPT, uma plataforma proprietária de inteligência artificial generativa desenvolvida internamente para operar sob os mais rigorosos padrões de segurança da informação. A solução funciona em um ambiente isolado e homologado, garantindo que os dados corporativos não sejam utilizados para treinar modelos públicos. A plataforma democratiza o acesso à tecnologia de ponta ao integrar, em uma única interface, os melhores modelos de linguagem, como GPT-5.2, Gemini 3, Claude e Deepseek. A adesão interna tem sido exponencial: a base de uso saltou de 8 mil tokens consumidos em março para mais de 933 mil tokens em dezembro de 2025, com mais de 900 funcionários utilizando a ferramenta diariamente. Atualmente, a plataforma já conta com 25 assistentes de IA especializados em áreas críticas como operação, manutenção, engenharia e planejamento.
A inteligência artificial deixou de ser uma tendência para se consolidar como um instrumento estratégico para organizações no mundo inteiro. Hoje, 72% das empresas já
utilizam IA em ao menos uma função de negócio, e 65% delas relatam uso regular de IA generativa em suas operações, segundo a pesquisa The State of AI in Early 2024: Gen AI Adoption Spikes and Starts to Generate Value, da McKinsey & Company. Para a Acelen, tão importante quanto criar ferramentas para democratizar o uso da IA é promover a ampliação do conhecimento e o letramento digital das equipes. Nesse contexto, a empresa realizou, nesta semana, a AI Week, com o objetivo de capacitar e treinar os funcionários, apresentar casos reais e acelerar a adoção e identificação de casos de uso.
A jornada de imersão teve cinco frentes estratégicas: a Educacional focou em fundamentos, prompting e ética; a Prática, contou com sessões hands-on para automação e criação de assistentes, discutiu tendências e o futuro do trabalho com especialistas. O ciclo se completou com a frente que trouxe cases de uso nos ambientes da companhia e chegou a final com um Hackathon para consolidação e execução prática de novas soluções, como explicou Pedro Estrela, vice-presidente de Tecnologia, Planejamento Estratégico e Competitividade da companhia: “A inteligência artificial generativa é um divisor de águas tanto no ambiente corporativo quanto nas operações industriais. A transição energética passa por eficiência e modelos de negócio com baixo teor de carbono. Nesse sentido, a tecnologia, a IA Generativa e o AcelenGPT vêm para somar, potencializando produtividade e eficiência em nossos processos e tomadas de decisão.” Ele acrescentou que, ao democratizar o acesso a tecnologias de ponta e investir em capacitação real, a companhia fortalece sua capacidade de inovar com responsabilidade, aumentar a competitividade dos ativos e liderar a transformação do setor energético no Brasil. Como demonstração concreta desse potencial, apresentações executivas completas passaram a ser produzidas em poucos minutos por agentes de IA especializados dentro da própria plataforma.

publicada em 12 de fevereiro de 2026 às 16:00 




