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CELSO AMORIM E LULA VÃO DECIDIR POSIÇÃO DO BRASIL SOBRE O ALIADO IRÃ NA VÉSPERA DE ENCONTRO COM TRUMP

O que será que resultará da reunião prevista entre o presidente Lula e Celso Amorim no Palácio do Planalto, tendo a guerra do Irã como tema? Há muita gente interessada em saber qual será a posição do Brasil sobre o aliado Irã, às vésperas de um encontro previsto com o Presidente Donald Trump, na Casa Branca.  O assessor internacional especial, mais forte do que o próprio Ministro das Relações Exteriores de Lula, Celso Amorim, vê a possibilidade de ampliação do conflito para outros países, e diz que pode afetar até a visita do petista a Trump este mês. Suas declarações parecem querer aumentar o terror que a própria guerra impõe, dizendo  que o Brasil deve se preparar para possíveis impactos do conflito envolvendo o Irã, os Estados Unidos e Israel. Apoiando do Irã, por consequência, aos grupos terroristas que os iranianos sempre apoiaram, Amorim criticou as ações e reflexos no cenário internacional e alertou para o risco de agravamento da crise. Até mesmo a visita de Lula ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prevista para este mês, pode ser afetada. “Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país, que está em exercício, é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior.

A verdade é que desde o dia 3 de janeiro, o Presidente Lula perdeu três amigos ditadores e tem dois outros balançando. O sanguinário venezuelano Maduro foi preso. Os outros ditadores iranianos, igualmente perversos para sua população, Ali Khamenei e o ex-primeiro ministro Mahamoud Armadinejah, foram mortos no sábado (8/2). Pendurados, estão os cubanos Raul Castro e o seu lugar-tenente Miguel Diaz-Canel. A cada dia, perde mais amigos ditadores. Uma conversa com Trump neste momento não vai ter tanta química assim. Vai parecer a conversa pública entre Trump e presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que teve a orelha puxada por ser mau agradecido e depois desculpou-se pela arrogância. A conversa com Trump estava prevista para este mês, mas ainda não foi confirmada ainda. Amorim deve estar torcendo para que seja adiada.

Velhos amigos cubanos que podem ser presos

Ao tentar passar para o mercado uma imagem para amedrontar, Amorim disse que considera como “o pior” a possibilidade de expansão do conflito para outros países da região. Desde o final de semana, a ação militar contra o Irã resultou em bombardeios iranianos a bases norte-americanas e estruturas civis em localidades de nações como Catar, Bahrein, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes. Mas esqueceu de lembrar que todas essas ações estavam previstas e planejadas. O que o Irã deseja é exatamente isso. Espalhar o terror para os outros países, que se prepararam antes dos ataques israelenses e americanos.  Atirar pra todo lado, querendo envolver todo mundo no conflito. O terrorismo como especialidade. Amorim, está seguindo a cartilha com as suas previsões catastróficas. “O aumento vertiginoso das tensões no Oriente Médio, com grande potencial de alastramento. O Irã historicamente fornece armamento para grupos xiitas que estão em outros países, além de grupos radicais”, disse. Mirou no alvo, mas está errando na Mosca.

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