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O LADO SUDOESTE DO CAMPO DE LAPA NA BACIA DE SANTOS INICIA A SUA PRODUÇÃO E AMPLIA A CAPACIDADE DO PRÉ-SAL DO PAÍS

A produção brasileira de petróleo acaba de ganhar um novo impulso. O campo Lapa Sudoeste, terceira fase de desenvolvimento da área de Lapa, localizado no pré-sal da Bacia de Santos, entrou em operação. Trata-se de um desenvolvimento subsea do tipo tie-back, composto por três poços conectados ao FPSO Lapa. O projeto deve acrescentar aproximadamente 25.000 barris de petróleo por dia (produção bruta) no pico de produção, elevando o volume total do campo para cerca de 60.000 barris de petróleo por dia. O escopo inclui três poços – dois produtores e um injetor – conectados ao FPSO Lapa, que está em operação desde 2016.

O desenvolvimento conta com um tie-back submarino de 12 quilômetros até o FPSO, utilizando flowlines do tipo Pipe-in-Pipe (PiP) e um sistema Free-Standing Hybrid Riser (FSHR).  O campo de Lapa (antigo bloco exploratório BM-S-9A) foi descoberto em 2007, está situado na porção central da Bacia de Santos, a 300 km da costa do estado de São Paulo, em lâmina d’água em torno de 2.140 metros. A porção a nordeste do campo entrou em produção em dezembro de 2016.

Lapa Sudoeste aumentará significativamente a produção diária do nosso portifólio de ativos, que inclui campos do pré-sal de classe mundial, como Sapinhoá, também na Bacia de Santos, e Albacora Leste, na Bacia de Campos”, destaca Alejandro Ponce, CEO da Repsol Sinopec Brasil.

Já o presidente da Shell Brasil, Cristiano Pinto da Costa, disse que ao desenvolver reservas adicionais aproveitando a capacidade disponível no FPSO existente, Lapa Sudoeste entrega produção com eficiência de capital, baixo custo marginal e menor intensidade de carbono, fortalecendo o valor de longo prazo do campo de Lapa. “O projeto reflete nossa abordagem disciplinada na alocação de capital e nosso foco em maximizar valor a partir de ativos competitivos, reforçando a geração de caixa do nosso portfólio no Brasil ao mesmo tempo em que entregamos barris competitivos. O pré-sal brasileiro continua sendo uma área central para a Shell, onde podemos criar valor com segurança e responsabilidade”, disse o executivo. 

O campo de Lapa é operado pela TotalEnergies (48%), em parceria com a Shell Brasil (27%) e a Repsol Sinopec (25%). O projeto recebeu a aprovação de decisão final de investimento (FID) em 2023.

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