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SUBSEA 7 ASSINA CONTRATO BILIONÁRIO COM A PETROBRÁS PARA DESENVOLVER O CAMPO DE SÉPIA 2, NA BACIA DE SANTOS

Subsea7, uma das empresas líderes globais em projetos e tecnologia offshore para o setor de energia, anunciou a assinatura de um contrato supermajor pela Petrobrás, após um processo de licitação, para o desenvolvimento do campo Sépia 2, localizado a aproximadamente 280 quilômetros a sudeste do Rio de Janeiro, a uma profundidade de água de 2.170 metros no pré-sal da Bacia de Santos. O Sépia 2 é uma das maiores fases de expansão do pré-sal, desempenhando um papel central no desenvolvimento energético do Brasil. O escopo do contrato inclui engenharia, aquisição, fabricação, instalação e pré-comissionamento de umbilicais submarinos, risers e flowlines (SURF) para 17 poços, incluindo dois poços do projeto Sépia 1, e uma linha de exportação de gás com 18 risers. O contrato é num valor acima de US$ 1,2 bilhão (R$ 6,4 bilhões).

A gestão do projeto e a engenharia começarão imediatamente nos escritórios da Subsea7 no Rio de Janeiro, Paris e Sutton, com as operações offshore programadas para serem executadas a partir de 2029. Yann Cottart, Vice-Presidente Sênior para o Brasil e Centro de Projetos Globais Oeste, considerou que “Esta vitória fortalece o portfólio de projetos da Subsea7 no Brasil e reforça nosso relacionamento estabelecido com a Petrobrás no pré-sal. Através de um forte conteúdo local, execução disciplinada e colaboração próxima, apoiamos projetos de importância nacional com entregas previsíveis. Agradecemos à Petrobras pela confiança contínua e esperamos a entrega bem-sucedida do projeto Sépia 2.”

PETRONAS

A Petrobrás também assinou com a malaia Petronas os contratos para aquisição das participações de 50% nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte, Módulo III, localizados na Bacia de Campos. Com a conclusão da operação, a estatal voltará a deter 100% de participação nos dois ativos, mantendo-se como operadora. O pagamento está estruturado em etapas. US$ 50 milhões foram desembolsados na assinatura dos contratos nesta sexta-feira(10); US$ 350 milhões serão pagos no fechamento da operação, sujeitos a ajustes relacionados à data efetiva da transação, fixada em 1º de julho de 2025; e duas parcelas diferidas de até US$ 25 milhões cada serão quitadas em 12 e 24 meses após o fechamento. Os campos estão localizados na porção sul da Bacia de Campos, em lâmina d’água entre 700 e 1.620 metros, e são operados pela Petrobras por meio do FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes, com produção atual de cerca de 55 mil barris de óleo por dia. A conclusão da operação depende de aprovação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP.

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