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A PETROBRÁS ESTÁ USANDO TECNOLOGIAS DA SCHNEIDER ELECTRIC PARA AMPLIAR O TREM 2 DO RNEST E DOBRAR PRODUÇÃO DE DIESEL

A Schneider Electric está trabalhando com a Petrobrás na retomada do Trem 2 da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Ipojuca (PE).  É  a segunda sequência de unidades de refino. A companhia integra os sistemas elétricos e de automação da planta em uma arquitetura unificada, preservando a base instalada e garantindo continuidade operacional durante a expansão. O Trem 2 adiciona novas unidades ao parque de refino, e dobra a capacidade total de produção, aumentando oferta de diesel de baixo teor de enxofre no país e fortalecendo o abastecimento nacional. No projeto, a Schneider Electric integra o sistema de controle distribuído Foxboro,  os sistemas instrumentados de segurança Triconex e o SCADA elétrico da refinaria em um ambiente convergente, simplificando a engenharia, reduzindo complexidades operacionais e criando uma visão unificada para operação, manutenção e tomada de decisão ao longo da vida útil do ativo. Com energia e automação trabalhando juntas, a Refinaria Abreu e Lima passa a correlacionar eventos elétricos e de processo em tempo real, o que encurta diagnósticos, agiliza a análise de causa raiz e favorece decisões operacionais mais precisas, fatores críticos para a estabilidade de produção em refino.

Carlos Selestrin, diretor de Industrial Automation da Schneider Electric, avalia que conectar energia e automação muda a lógica de operação: “O time de sala de controle passa a enxergar na mesma linha do tempo o que ocorre no processo e na rede elétrica, encurtando diagnósticos e melhorando a eficiência operacional. Em projetos comparáveis, essa integração contribui para menos paradas não planejadas e melhor performance energética, impactos que reforçam segurança e competitividade”, declarou.

A parceria contempla ainda serviços de cibersegurança industrial, capacitação técnica das equipes e suporte ao comissionamento, garantindo uma transição tecnológica segura e acelerando a entrada em operação do Trem 2, como explica Márcio da Silva Maia, Gerente Geral da Rnest:  “A retomada do Trem 2 representa um marco para a Refinaria Abreu e Lima e para o setor de refino nacional. A integração de sistemas de energia e automação, viabilizada pela parceria com a Schneider Electric, eleva o patamar de confiabilidade, segurança e eficiência operacional da nossa planta. Essa convergência tecnológica é fundamental para garantir a continuidade das operações durante a expansão, acelerar a entrada em operação das novas unidades e fortalecer o abastecimento de combustíveis de alta qualidade no país.”

A Schneider Electric tem presença consolidada no setor de Energia e Químicos ao redor do mundo, atuando em refinarias, petroquímicas e complexos industriais com soluções de ponta a ponta, que combinam gestão de energia e automação de processos. Essa atuação se apoia em arquiteturas abertas e interoperáveis, integradas a softwares industriais AVEVA permitindo elevar confiabilidade, segurança e eficiência em ativos críticos ao longo de todo o ciclo de vida.

No centro dessa abordagem está o EcosStruxere Power&Process   que integra dados e operações de energia e processo em uma única arquitetura. Em grandes projetos globais, essa convergência tem sido aplicada para reduzir interfaces entre sistemas, otimizar engenharia e apoiar decisões operacionais mais rápidas – resultados demonstrados em aplicações de indústrias eletrointensivas, incluindo reduções de CAPEX de elétrica, melhorias no uso de energia do processo e redução de paradas não planejadas quando a integração é adotada de ponta a ponta. Essa capacidade ganha ainda mais relevância em ambientes complexos como refino e petroquímica, onde a integração entre energia, automação e segurança se traduz diretamente em performance e continuidade operacional.

O Trem 2 reforça a Refinaria Abreu e Lima como um polo estratégico de refino nas regiões Norte e Nordeste, trazendo impacto econômico e gerando empregos ao longo de todas as etapas de implantação. A retomada do complexo inclui novas unidades essenciais para a expansão do parque de refino no país, como a Unidade de Coqueamento Retardado, a Unidade de Hidrotratamento de Diesel S10 e a Unidade de Destilação Atmosférica. Além de ampliar a capacidade produtiva, o projeto representa um marco na modernização industrial do país, ao unir robustez funcional, inovação tecnológica e compromisso ambiental.

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