NAO DELETAR
HMFLOW

A CADA DIA AUMENTA O RISCO DO IRÃ MORRER AFOGADO EM SEU PRÓPRIO PETRÓLEO. UMA RIQUEZA QUE NÃO CONSEGUIRÁ ARMAZENAR MAIS

Quem precisar do petróleo árabe, que vá lá buscar. Ou navegue até o Texas e ao Alaska para comprar dos Estados Unidos. Voltar a idade da pedra é uma outra opção. Alguns países europeus, por orgulho e determinação de enfrentar o presidente norte-americano, parecem buscar este destino. Acreditam na produção de petróleo do Mar do Norte, que está em claríssimo declínio há anos. Fingem que estão trabalhando pela paz sem mover uma palha, mas querem parecer bons nos discursos. Criticam o presidente Trump, sabem qual é a solução para destravar Ormuz, mas não se mexem.  Optaram por deixarem os esforços para armada americana, que está estrangulando sem piedade a economia iraniana, que já está com a língua de fora, pedindo por um socorro que não está chegando.

Destruído em boa parte de sua infraestrutura, os alimentos escasseando, sem poder vender nada para ninguém e nem comprar nada de ninguém, o Irã segue em seu calvário. E pior:  pode, muito em breve, morrer afogado com a sua própria riqueza. Um país

Navio iraniano destruído por um submarino americano

que vai definhando pelo excesso de petróleo, sem poder armazená-lo ou vendê-lo.    Em pouco tempo, não terá mais onde estocar e terá que comprometer a vida de seus campos de petróleo, interrompendo a produção e a vida de cada um deles. O bloqueio naval entre o estreito de Ormuz e o Mar da Arábia, impede o comércio para os iranianos. E isto está sendo mais destrutivo que as bombas explodindo nos palácios dos Aitolás sanguinários de uma república dita como “Teocrática” que financia grupos de terroristas assassinos.

Se os líderes da ditadura iraniana ainda quiserem manter o nariz em pé,  negando um acordo possível proposto pelos Estados

O Irã vai acabar afogado por sua riqueza. Um petróleo que terá dificuldades de explorar

Unidos, abandonando de vez o desejo maligno de construir bombas nucleares, terão que entregar os 450 quilos de urânio enriquecido a 60%. Esta carga  estaria  enterrada em algum lugar onde funcionavam as centrífugas destruídas,

Força aérea destruída totalmente

supostamente em sua totalidade, nos sítios atacados por bombas penetrantes lançadas pelos terríveis B-2 da Força Aérea americana. Diante da recusa dos países aliados colaborarem  e também por uma nova ordem global que o Presidente Trump está impondo ao mundo, os Estados Unidos podem até  passar  a cobrar pedágio aos interessados em comprar o petróleo iraniano e usar seus navios pelo estreito Ormuz, assim que conseguir que o Irã não tenha mais recursos e decida retirar as minas das águas do estreito para sobreviver. A cobrança do pedágio seria até que os custos militares da guerra fossem ressarcidos.

A decisão do governo americano para um bloqueio prolongado ao Irã, corrobora esta política. Trump acredita que manter o

Centrífugas Iranianas

bloqueio pode ser menos arriscado do que abandoná-lo ou reiniciar o conflito. Mas a estratégia de destruir os parques de geração de energia e pontes construídas pelo país, além de outras infraestruturas, como estradas, ferrovias e aeroportos, é o principal objetivo da estratégia militar. “Derrotamos militarmente esse adversário em particular e nunca mais permitiremos que ele tenha uma arma nuclear.” O Irã, por sua vez, está propondo deixar de lado a discussão sobre o programa nuclear iraniano até o fim da guerra e a resolução das disputas sobre o transporte marítimo no Golfo. Washington declarou que as questões nucleares devem ser tratadas desde o início.

Os Estados Unidos podem voltar a atacar em caso de desafios iranianos

Para os iranianos, um  primeiro passo seria pôr fim à guerra e fornecer garantias de que os EUA não possam reiniciá-la. Em seguida, os negociadores resolveriam o bloqueio da Marinha dos EUA ao comércio marítimo e o destino do Estreito de Ormuz, que o Irã pretende reabrir sob seu controle. Só então as negociações abordariam outras questões, incluindo a antiga disputa sobre o programa nuclear iraniano, com o Irã buscando o reconhecimento dos EUA de seu direito de enriquecer urânio. Isso traria à tona as semelhanças do acordo nuclear de 2015 entre o Irã, os Estados Unidos e outras potências. O acordo restringiria drasticamente o programa nuclear de Teerã. Na prática, não foi o que aconteceu. Mesmo supervisionado por técnicos da AIEA – Agência Internacional de Energia Atômica – os iranianos enriqueceram o urânio muto acima dos 2% permitidos. Enganou a todos e, com isso, perdeu o crédito.

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