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CNI E FIRJAN DEFENDEM EM NOVA IORQUE QUE O BRASIL APROVEITE AS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS COM OS ESTADOS UNIDOS

O Presidente da Federação da Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Luiz Césio Caetano participou da primeira edição do Brasil-U.S. Industry Day, em Nova York, uma promoção da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Câmara de Comércio dos Estados Unidos. O evento reuniu 500 lideranças empresariais, investidores e autoridades governamentais para debater a agenda prioritária e comum da indústria, como financiamento, minerais críticos, energia, saúde e tecnologias digitais. Essa é a primeira vez que o setor reúne representantes dos dois países na Brazilian Week – tradicional agenda de líderes globais para debater oportunidades econômicas e de investimentos – com o objetivo de fortalecer negócios entre Brasil e EUA. Os Estados Unidos são o principal destino das exportações brasileiras da indústria de transformação e o país que mais investe no Brasil.

Luiz Caetano também participou da reunião do Conselho do Empresarial Brasil-Estados Unidos (Cebeu), que este ano completa 50 anos. O encontro discutiu geopolítica e comércio internacional, prioridades do G20 e do B20 e estratégias para a construção de uma agenda comum na área de investimentos, transformação digital e minerais críticos. “A reunião do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, uma cooperação da US. Chamber of Commerce com a CNI, mostrou a enorme capacidade que nós temos para atender às demandas mundiais. Nós temos oportunidades em todos os segmentos, que o mundo tem demandado. Mas ficou muito claro que independente dessas necessidades, é necessário avançarmos enormemente na questão de infraestrutura e na questão regulatória. Há um excesso de regulamento, que atrapalha muito essa relação“, afirmou o presidente da Firjan.

Também em Nova York, a CNI divulgou um documento com mais de 30 medidas estratégicas para fortalecer a parceria entre Brasil e Estados Unidos. A Agenda Estratégica da Indústria Brasileira para os Estados Unidos é fundamental para avançar em uma agenda estruturada de cooperação para fortalecer a relação bilateral, considerada uma das mais relevantes e estratégicas para a economia brasileira. “Precisamos olhar para a complementaridade entre nossas economias como uma oportunidade concreta para aprofundar as parcerias produtivas, as relações comerciais e a cooperação tecnológica. Devemos nos unir e desempenhar um papel mais agregador para definir prioridades e ampliar o engajamento do setor privado em ações que tragam resultados efetivos“, destacou o presidente da CNI, Ricardo Alban.

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