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DEPOIS DE TER SANCIONADA A CUPET, A ESTATAL DO PETRÓLEO, A DITADURA CUBANA TEM POUQUÍSSIMAS FONTES DE RENDA

A ditadura sanguinária cubana continua num mato sem cachorro e parece cada vez mais perdida com as ações do Secretário de Estado Marco Rubio. Os Estados Unidos querem mandar diesel e gasolina para Ilha, mas somente para ser administrado por empresas privadas. Por isso, a Casa Branca sancionou a Cupet, a empresa de petróleo estatal cubana. Quem vender combustível, terá sanções secundárias. A razão é óbvia. A armazenagem e a distribuição é feita pela estatal. Se o combustível for entregue a ela, o Estadotoma conta e não distribui. O ministro das Relações Exteriores do regime cubano, Bruno Rodríguez, esperneou e respondeu  com ataques pessoais contra Rubio.  Enquanto o governo cubano denunciava o endurecimento do bloqueio econômico e energético, os legisladores republicanos comemoraram a medida como um novo passo na política de pressão máxima do governo Trump contra o regime.

Rodríguez acusou Rubio de agir por “ambições de conquista “, “aspirações presidenciais” e “sentimentos vingativos”, antes de afirmar que o chefe da diplomacia americana recorre a “mentiras usuais e vulgares, entre os inimigos mais agressivos, incultos e raivosos de Cuba”. A reação do ministro ocorreu poucas horas depois de o Departamento de Estado anunciar a inclusão da CUPET na lista de entidades sancionadas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC). Ao anunciar a medida, Rubio afirmou que “como todos os recursos da ilha, a energia tem sido usada há muito tempo pelo governo comunista de Cuba como arma, tanto para repressão quanto para alimentar a cleptocracia do regime em seu próprio benefício”. Rubio  acrescentou que a elite governante desviou recursos energéticos para se enriquecer com a revenda de combustível e para garantir o abastecimento das forças armadas, dos serviços de inteligência e do aparato repressivo, enquanto a população enfrenta apagões e escassez.

A designação de CUPET  autoriza sanções contra indivíduos e entidades ligados à repressão em Cuba e a atividades consideradas uma ameaça à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos. Segundo o Departamento de Estado, durante décadas o regime acumulou combustível disponível para benefício da elite governante, das forças repressivas e de projetos turísticos, enquanto os cubanos sofrem com prolongados cortes de energia e dificuldades de acesso a combustível. O vice -primeiro-ministro e ministro do Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, Oscar Pérez-Oliva, descreveu a sanção contra a CUPET como um aprofundamento do “bloqueio energético” e acusou Washington de cometer um alegado “genocídio” contra o povo cubano”.

A nova sanção amplia a lista de entidades estatais e autoridades cubanas punidas pelos Estados Unidos, incluindo o governante Miguel Díaz-Canel. A decisão recebeu apoio imediato dos congressistas republicanos. O deputado Mario Díaz-Balart(esquerda) parabenizou o presidente Donald Trump e Marco Rubio pela medida e assegurou que ambos estão perfeitamente cientes da “natureza do regime em Cuba”.Parabenizo-o por mais uma vez demonstrar verdadeira liderança americana e usar todas as ferramentas à nossa disposição para responsabilizar o regime de Castro por seus crimes.Díaz-Balart acrescentou que a sanção envia uma mensagem clara às ditaduras do hemisfério e declarou que “os dias dessas ditaduras assassinas em nosso hemisfério estão contados”.

O senador Rick Scott(direita) agradeceu   ao secretário de Estado pela decisão e afirmou que Washington deve “cortar todos os recursos que sustentam esse regime comunista cubano maligno. O povo de Cuba merece liberdade e democracia.  O nosso mundo será um lugar mais seguro quando esta ditadura ilegítima cair.” O deputado Carlos Giménez também apoiou a medida: “Não se enganemCuba é a próxima! Pressão máxima para aniquilar a ditadura brutal que oprime e humilha o povo cubano ” Além disso, ele alertou que “os países e empresas que continuarem a apoiar o regime cubano serão responsabilizados”.

A sanção contra a CUPET também surge após uma tentativa frustrada da empresa americana Vanguard Energy de exportar combustível para Cuba.  A empresa estava negociando o envio periódico de 100 mil barris de gasolina e 150 mil barris de diesel para aliviar parcialmente a crise energética da ilha. No entanto, o Departamento de Estado negou a autorização   para essas operações, e o Condado de Miami-Dade posteriormente revogou   a licença fiscal local da empresa  devido aos seus planos de fornecer combustível ao regime cubano. As novas medidas fazem parte da estratégia de pressão máxima promovida pelo governo Trump, que alertou que empresas estrangeiras que mantêm relações comerciais com o conglomerado militar GAESA ou outras entidades estratégicas do regime estão sujeitas a sanções e ao bloqueio de seus ativos nos Estados Unidos.

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