DEPOIS DA COLÔMBIA, EXTREMA ESQUERDA SULAMERICANA SOFRE UMA NOVA DERROTA COM A VITÓRIA DE KEIKO FUJIMORI NO PERU. BRASIL NÃO RECONHECEU AINDA
O Brasil ainda não reconheceu a derrota do candidato da extrema esquerda na Colômbia, Ivan Cepeda, apoiado pelo presidente ex-guerrilheiro das FARC e narcoterrorista, Gustavo Petro, amigo de Lula e membro original e um dos financiadores do Foro de São Paulo. A vitória do direitista Abelardo De la Espriella foi mais um chute na bunda esquerda sul-americana, comemorado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que voltou a comemorar, agora com a confirmação da vitória de mais um governo de direita: Keiko Fujimori também venceu a eleição no Peru. Trump agora volta-se para a eleição no Brasil, em outubro. O governo brasileiro agora terá que reconhecer dois governos de direita ao mesmo empo. Um na Colômbia e outro no Brasil. A luz da esquerda no continente está se apagando. Lembra um velho candieiro.
Finalmente, nesta quarta-feira, o extremista Gustavo Petro anunciou que dará início ao processo de transição e à sua saída do cargo, em uma mensagem publicada em
suas redes sociais. Em uma série de longos tweets, o chefe de Estado abordou diversos temas relacionados às eleições e a Donald Trump, entre outros. Em uma sequência de seis longas mensagens quase patéticas, Petro abordou diversas questões relacionadas aos resultados da eleição presidencial de 21 de junho. Ao longo de seu extenso discurso, no qual mencionou, entre outras coisas, “supostos casos de interferência estrangeira” em processos eleitorais na Europa, ele concluiu com uma mensagem afirmando que “a transição e minha saída começarão“, uma alusão explícita ao que se segue à contagem oficial dos votos, que confirmou quase exatamente os resultados preliminares de domingo, 21 de junho, declarando Abelardo de la Espriella o vencedor.
Segundo o Registro Nacional, a contagem dos juízes apresentou 99,997% de precisão em comparação com a contagem preliminar, eliminando assim qualquer dúvida sobre a eficiência do trabalho realizado pelo Registro, pelos observadores eleitorais e pelas missões de observação que monitoraram o processo democrático em todo o país. Para Gustavo Petro, esta “interferência estrangeira decisiva, proibida pela nossa Constituição, é motivo suficiente para anular as eleições”, afirmando ainda que “obedecerei às autoridades eleitorais e cumprirei a minha palavra”. Se fosse no Brasil, correria risco de ser preço pelo STF. Aliás, Petro não fez qualquer menção ao que muitos setores descreveram como participação aberta na política eleitoral em favor do candidato Iván Cepeda, o que é expressamente proibido por lei. Por este motivo, ele está sendo investigado pela Comissão de Acusações da Câmara dos Deputados. Está de saída, mas ameaçando: “Estamos divididos em dois e é hora de nos reconhecermos, nos respeitarmos e chegarmos a um acordo. A transição começará, juntamente com a minha retirada e talvez uma resistência pacífica.”
UMA VITÓRIA COM EMOÇÃO
UFA! A agonia terminou para os peruanos com a vitória de Keiko Fujimori, que será a nova presidente do Peru, que dará outro chute na bunda da extrema esquerda
no continente, apoiada pelo Foro de São Paulo. Fujimori alcançou uma vantagem irreversível na apuração dos votos nas eleições do Peru. Roberto Sánchez, o candidato derrotado, repete a mesma ladainha do colombiano Gustavo Petro e também contesta o resultado. O resultado ainda precisa ser validado pela autoridade eleitoral. No pleito acirrado, a candidata da direita tem, até o momento, uma vantagem de 42 mil votos sobre Roberto Sánchez, e falta contar ainda pelo menos 40 mil. Na matemática certa, tecnicamente não dá mais. Ele perdeu pela maioria dos votos que Fujimori recebeu no exterior e Sanchez quer que estes votos sejam anulados.
A diferença foi impulsionada pelos votos de peruanos que vivem no exterior. Nessa categoria, a candidata conseguiu conquistar a maioria, acumulando 63,206% dos votos (81 mil a mais que Sánchez). Só nos Estados Unidos, dos 60 mil votantes, 46 mil optaram pela direitista. No Brasil, foram 55,606% do eleitorado. O voto no exterior é obrigatório, mas não é cobrada multa para quem não participa do pleito. Dentro do país, quem levou a melhor foi o candidato da esquerda, com 50,105% da preferência (38 mil votos a mais que Fujimori).
Keiko Fujimori expressou a sua confiança na vitória à medida que a contagem de votos se aproximava dos 100%. Ela mandou uma mensagem para para Roberto Sánchez: “Votos de qualquer cidade, região ou do exterior são válidos e devem ser respeitados.” A candidata presidencial do Fuerza Popular, expressou sua confiança na conquista da vitória eleitoral, visto que a contagem oficial do Escritório Nacional de Processos Eleitorais. “Temos pela frente cinco anos de grandes desafios, mas tenho certeza de que, com a bênção de Deus e, sobretudo, com o trabalho e a união de todos os peruanos, conseguiremos,” disse. Em seu discurso, a candidata também se referiu aos desafios que, segundo ela, o país terá que enfrentar nos próximos anos. “Derrotamos o terrorismo, a hiperinflação e agora vamos derrotar o crime”, acrescentou.
A ESQUERDA NÃO FALHA
Sánchez tem feito acusações de irregularidades nos votos registrados no estrangeiro. Na terça-feira (23), o partido dele, Juntos por el Perú, entrou com recurso pedindo a
anulação de todos os votos do exterior. “Solicitamos que os votos gerados em todas as seções eleitorais correspondentes aos Escritórios Consulares em funcionamento durante o processo de Eleições Presidenciais – Segundo Turno (votos de peruanos no exterior) sejam declarados NULOS E SEM EFEITO EX OFFICIO E POR LEI; visto que, como demonstraremos no desenvolvimento deste documento, teriam ocorrido, de forma concertada, 1) vícios irreparáveis, que teriam condicionado a consumação de 2) fraude eleitoral, conforme pressuposto pela alínea b) do artigo 363 da referida Lei Orgânica das Eleições”, diz o documento.
Sánchez tem afirmado que não vai reconhecer o resultado das eleições. “Não reconheceremos esse governo e nos declararemos em luta política e social de resistência popular e patriótica, em apego ao marco legal e constitucional, assim como à normatividade supranacional do sistema interamericano”, afirmou pelas redes sociais. Em 5 de junho de 2026, Roberto Sánchez declarou sem hesitar: “Como democrata, aceitarei os resultados. Faço este compromisso com o país.” Ontem(23), 18 dias depois, com 99,71% dos votos apurados e uma desvantagem de mais de 40.000 votos, esse mesmo homem anunciou que não reconheceria um possível governo liderado por Keiko Fujimori. Sua promessa durou exatamente o tempo necessário para que ele perdesse. A manobra segue um roteiro familiar. Pedro Castillo também invocou a democracia quando lhe convinha e acabou por orquestrar um golpe que o levou à prisão. Sánchez era seu ministro, seu candidato, herdou seu chapéu e, ao que parece, também herdou seu manual de crises: negar a realidade, culpar as instituições e levar a disputa para as ruas. Um falso democrata, tal como seu mentor.

publicada em 24 de junho de 2026 às 12:00 




