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LULA DIZ QUERER FORÇAS ARMADAS PREPARADAS, MAS CORTA R$ 1,43 BILHÃO DA MARINHA QUE NÃO GARANTE COMBATER O CRIME E PROTEGER A SOBERANIA

Três dias depois do Presidente Lula discursar, dando indiretas para  o governo dos Estados Unidos,  ao indicar a  necessidade de se investir em defesa durante a visita (24) às unidades industrias da Avibras, em Jacareí (SP), o Ministro da Defesa, José Múcio(direita),   recebeu um documento da Marinha Brasileira denunciando que houve um bloqueio de R$ 1,43 bilhão no orçamento da força, alertando que, sem a verba, não poderia combater o crime ou lutar pela soberania territorial brasileira. Até bem recentemente as forças armadas brasileiras estavam mais em home office do que trabalhando nos quartéis,  por que não tinha dinheiro nem para o almoço ou jantar e muito menos para combustíveis. Pilotos deixaram de treinar. O combustível passou a alimentar os jatinhos da FAB só para atender autoridades que temem usar os aviões de carreira. Neste corte, os maiores perdedores de investimentos são os setores de defesa, pesquisas  e, mais uma vez, o nuclear.

Na Avibrás,  Lula afirmou querer soldados bem treinados para “tomar conta” do País. “Também quero as Forças Armadas bem preparadas do ponto de vista do poderio, de armamento, de conhecimento científico e tecnológico, para que a gente possa andar de cabeça erguida. Sem nenhuma arrogância: falando em paz, mas preparados para não deixar ninguém meter nariz neste país.”  Mas foi aí que a realidade deu três batidinhas na porta: O  documento entregue ao  Ministro José Mucio aponta que bloqueio de R$ 1,43 bilhão vai reduzir a capacidade de resposta da Marinha e afetar programas estratégicos. O documento informa que apesar do alerta, a corporação afirma que “não houve, até o momento, redução na execução das operações”. A Força avalia, no entanto, que “persistindo o bloqueio, a indisponibilidade progressiva dos meios poderá reduzir, de forma gradual, a presença e a capacidade de resposta, com reflexos sobre a repressão a crimes transfronteiriços e o exercício da soberania”. O bloqueio atingiu o Programa Nuclear da Marinha (PNM), o Programa de Submarinos, o Programa de Obtenção de Navios-Patrulha (Pronapa), o contrato de mísseis e sistemas de armas, a pesquisa científica na Antártica e a manutenção de meios.

A Força informou ainda que o bloqueio levou à redução, ao adiamento ou à reprogramação de projetos, entre eles a construção do navio-patrulha Miramar, a infraestrutura de apoio às Fragatas da Classe Tamandaré  e a aquisição de viaturas e equipamentos do Corpo de Fuzileiros Navais. A Marinha afirma que, entre outros efeitos previstos, estão o adiamento de reparos na frota, dificuldades para repor munições, a possível paralisação de embarcações do sistema hidrográfico e a redução da disponibilidade de embarcações utilizadas na segurança do tráfego aquaviário. Para reduzir os impactos do bloqueio, a Marinha informou ter solicitado ao Ministério da Defesa a recomposição integral ou parcial dos recursos. A Força também afirma que passou a priorizar investimentos, a manutenção dos meios, os contratos essenciais, as ações de fiscalização consideradas de maior risco e o custeio mínimo das organizações militares.

A política externa brasileira atual está tão confusa que envergonha o país mundo afora. A mesma diplomacia, exemplar há poucas décadas, deixou de ser reconhecida e respeitada no mundo. Em 14 de maio de 1948, quando o diplomata brasileiro Osvaldo Aranha, transformou-se em um herói ao presidir a sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) na criação histórica do Estado de Israel. Atualmente, o Presidente do país é “Persona Non Grata” para o Estado de Israel. Os constantes ataques do nosso presidente, recheados de bravatas provocativas ao nosso maior parceiro comercial histórico, os Estados Unidos, deixou o Brasil o numa posição frágil diante do mundo, com exceção dos países comunistas e do Foro de São Paulo, onde Lula, um dos fundadores, tem o respeito deles.  Quase a todo momento, ouvimos o presidente Lula atacar o governo americano por tarifas comerciais de 25% impostas pelos Estados Unidos,  mas não ouvimos uma palavra contra a China, que está impondo uma tarifa de quase 65 %  contra a carne brasileira.

O presidente Lula defende uma soberania contra os países amigos, que não temos internamente em relação ao nosso pior inimigo: o tráfico de drogas, as facções organizadíssimas internacionalmente, que mata jovens e destrói famílias. Quadrilhas que se organizaram para roubar oleodutos, falsificar combustíveis, óleos de lubrificantes, energia, tudo que dê lucro. O combate a estas quadrilhas parece  fake, com envolvimento de policiais de todas as patentes, membros do judiciário, da política e do executivo. É o mal espalhado por todas as  entranhas do governo, no melhor estilo das ações criminosas do Banco Master. Alguns sabem quem perde nesse jogo de bravatas, mas todos sabem quem ganha. Só não sabemos quanto.

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Ronaldo Garcia
Ronaldo Garcia
4 horas atrás

Enquanto isso a família Bolsonaro quer entregar o país de bandeja para os EUA. Nessa disputa o sapo barbudo ainda é o menos pior.