DONALD TRUMP VOLTA A RECEBER BENJAMIN NETANYAHU NA CASA BRANCA PARA DISCUTIR O FUTURO DO IRÃ
A trégua americana depois de 13 dias seguidos de ataques contra o Irã, aos poucos, vai colocando o mercado do petróleo em ordem. O barril do Brent esta manhã e início da tarde estavam em comportados US$ 85,07. Foram 13 dias de intensa destruição em muitas cidades e locais estratégicos, como pontes e subestações de energia. Enquanto isso, o Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, voava para Washington para novas conversações com o presidente americano Donald Trump. “Embarco nesta missão com um objetivo claro”, disse Netanyahu, “garantir a segurança, a força e o futuro do nosso querido Estado de Israel.” Os dois vão deverão discutir a situação com o Irã, entre outros assuntos, confirmou o gabinete do primeiro-ministro.
“Discutiremos todos os assuntos da agenda, em primeiro lugar, o Irã. Naturalmente, nosso objetivo é salvaguardar nossa segurança e também
expandir o círculo de paz ao nosso redor“, disse Netanyahu enquanto se preparava para embarcar no Wings of Zion. “Com base na minha experiência como primeiro-ministro, nestes tempos complexos devemos agir com grande determinação e grande sabedoria. Embarco nesta missão com um objetivo claro: garantir a segurança, a força e o futuro do nosso querido Estado de Israel. Este será o oitavo encontro entre os dois líderes desde a reeleição de Trump”, disse Netanyahu. “Mais do que com qualquer outro líder internacional. É um grande privilégio, mas também uma grande responsabilidade.” Netanyahu acrescentou que, além de se encontrar com Trump, também comparecerá ao funeral do Senador Lindsey Graham, que morreu repentinamente.
O IRÃ
O Irã continua dizendo que não pediu a retomada das negociações de paz com os EUA e manterá a “destruição americana”. As Forças de Defesa de Israel abateram drones perto da fronteira com a Jordânia, antes de entrar em território israelense. Os terroristas financiados pelo Irã, os Houthis reivindicaram os ataques dos últimos dias nas áreas de Yanbu e Jizan, na Arábia Saudita. Essas são importantes instalações portuárias para Riad. Isso gerou preocupações de que o tráfego marítimo internacional pelo Mar Vermelho pudesse ser interrompido.
O conflito no Iêmen é complexo. Recentemente, a situação se agravou quando a Arábia Saudita e o governo iemenita se
opuseram à presença de voos iranianos em Sanaa, a capital controlada pelos Houthis. Os terroristas acusaram a Arábia Saudita de bombardear o aeroporto. Em resposta, afirmaram que, caso os sauditas mantivessem o bloqueio, os Houthis revidariam, bloqueando também a navegação saudita no Mar Vermelho. Depois disso, as principais seguradoras de transporte marítimo informaram aos corretores que não venderão seguro de carga para navios ligados à Arábia Saudita no Mar Vermelho, o que representa um risco adicional para as exportações de petróleo da região.

publicada em 27 de julho de 2026 às 14:00 




