NAO DELETAR
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LULA DIZ QUE QUER FORÇAS ARMADAS PREPARADAS, MAS CORTA VERBAS E AS DEIXA COMO UM LEÃO SEM DENTES E NÃO OUVE RECLAMAÇÕES

Está cada vez mais difícil acreditar   no Presidente Lula e em tudo o que ele fala. Na semana passada (24/7) ele fez um discurso inflamado na sede da empresa de defesa Avibrás, em Jacareí, São Paulo, olhando nos olhos dos seus dirigentes e funcionários, indicando a necessidade de defendermos o país e de estarmos precisando investir em defesa. Foi aplaudido com entusiasmo. Mas, o que aquelas pessoas não sabiam, era que o próprio Lula, três dias atrás daquela cerimônia, já havia determinado contingenciar R$ 4,3  bilhões do Ministério da Defesa, ao mesmo tempo em que liberava R$ 2 bilhões só para fazer propaganda do governo. Com os cortes, nem a Marinha e nem a força aérea passaram a garantir a proteção de nossas fronteiras e nem sequer combater o crime.  O Ministro da Defesa, José Múcio (direita),   recebeu um documento da Marinha Brasileira alertando que o bloqueio de R$ 1,43 bilhão no orçamento da força,  sem a verba, não poderia combater o crime ou lutar pela soberania territorial brasileira. Para o Exército o corte foi R$ 1,5 bilhão. O presidente Lula não ouviu uma reclamação dos militares. Apenas o Ministro da Defesa ouviu parcas ponderações, que deu de ombros e mostrou a realidade atual: ” Não posso fazer nada.”

O que está acontecendo com as tropas parece ser mais do que simples cortes no orçamento. Parece um desmantelamento generalizado, tirando-se os dentes dos leões, enquanto eles ainda acreditam ser fortes e mandarem na Savana.  Na verdade, trata-se de uma inviabilização dos Projetos de Desenvolvimento das Forças Armadas Brasileiras, que agora já começam a dar provas de se fortalecer cada vez mais,  tonando as forças armadas incapazes de resguardar as nossas fronteiras e ficar,  subjulgadas ao governo, como é em Cuba, Nicarágua, China, Coréia do Norte e Rússia. O ministério da defesa sentiu na pele o corte  no orçamento ao mesmo tempo em que via a liberação de R$ 2 bilhões para pagar a publicidade e propaganda para o governo federal. Só o contrato com a empresa do atual Secretário de Comunicação,  Sidônio Palmeira, é de R$ 1 bilhão. E tudo isso sem um pio de nenhum comandante das três forças. 

Os cortes comprometem a capacidade operacional das instituições. Segundo o documento oficial revelado, a restrição orçamentária afeta diretamente até a compra de combustível de aviação, a manutenção das aeronaves, o suprimento de materiais estratégicos e o treinamento das equipes militares.  De acordo com o Comando da Aeronáutica, a falta de recursos já obrigou a FAB a reduzir significativamente as horas de voo e a concentrar seus esforços apenas em missões consideradas essenciais, como defesa aérea, busca e salvamento, transporte de órgãos para transplantes e outras operações prioritárias. O treinamento completo das tripulações foi suspenso, o que pode afetar a prontidão operacional da força caso o cenário permaneça inalterado. Vários pilotos treinados em diversos tipos de avião, inclusive de caças, estão deixando a FAB para buscar trabalho em empresas privadas no Brasil e até em companhia aéreas internacionais.

A prioridade será manter apenas as missões consideradas essenciais, como defesa do espaço aéreo, busca e salvamento, transporte de órgãos para transplante e outras operações de emergência. O bloqueio no Orçamento também afeta projetos importantes, como os novos caças Gripen e o programa da aeronave KC-390. A FAB afirma que, se os recursos forem liberados novamente, dará prioridade ao abastecimento das aeronaves, à manutenção da frota e à continuidade dos principais projetos da Força Aérea. Os cortes no orçamento de 2025 deixaram a Força Aérea Brasileira sem verba para abastecer as aeronaves de transporte de autoridades.

Os cortes também atingem programas considerados estratégicos para a modernização das Forças Armadas. O projeto de aquisição dos caças suecos Gripen sofreu um bloqueio de cerca de R$ 800 milhões, enquanto o programa da aeronave multimissão KC-390 Millennium perdeu aproximadamente R$ 215 milhões, colocando em risco cronogramas de entrega, contratos de suporte e investimentos na indústria nacional de defesa. O bloqueio da FAB faz parte do pacote de contenção fiscal anunciado pelo governo federal, que ampliou para R$ 23,678 bilhões o bloqueio de despesas discricionárias em 2026, justificando a medida pela necessidade de cumprir as regras do novo arcabouço fiscal. O Ministério da Defesa está entre as pastas mais afetadas pela contenção de recursos.  O episódio amplia as críticas à política orçamentária do governo Lula Enquanto a administração mantém elevados gastos em diversas áreas da máquina pública, a redução de verbas destinadas à defesa nacional expõe uma contradição ao comprometer a capacidade operacional de uma das principais instituições responsáveis pela proteção do espaço aéreo brasileiro.

MARINHA DO BRASIL

Na Avibrás,  Lula afirmou querer soldados bem treinados para “tomar conta” do País. “Também quero as Forças Armadas bem preparadas do ponto de vista do poderio, de armamento, de conhecimento científico e tecnológico, para que a gente possa andar de cabeça erguida. Sem nenhuma arrogância: falando em paz, mas preparados para não deixar ninguém meter nariz neste país.”  Mas foi aí que a realidade deu três batidinhas na porta: O documento entregue ao Ministro José Mucio aponta que bloqueio de R$ 1,43 bilhão vai reduzir a capacidade de resposta da Marinha e afetar programas estratégicos. A Força avalia, no entanto, que “persistindo o bloqueio, a indisponibilidade progressiva dos meios poderá reduzir, de forma gradual, a presença e a capacidade de resposta, com reflexos sobre a repressão a crimes transfronteiriços e o exercício da soberania”. O bloqueio atingiu o Programa Nuclear da Marinha (PNM), o Programa de Submarinos, o Programa de Obtenção de Navios-Patrulha (Pronapa), o contrato de mísseis e sistemas de armas, a pesquisa científica na Antártica e a manutenção de meios.

O bloqueio levou à redução, ao adiamento ou à reprogramação de projetos, entre eles a construção do navio-patrulha Miramar, a infraestrutura de apoio às Fragatas da Classe Tamandaré  e a aquisição de viaturas e equipamentos do Corpo de Fuzileiros Navais. A Marinha afirma que, entre outros efeitos previstos, estão o adiamento de reparos na frota, dificuldades para repor munições, a possível paralisação de embarcações do sistema hidrográfico e a redução da disponibilidade de embarcações utilizadas na segurança do tráfego aquaviário. Para reduzir os impactos do bloqueio, a Marinha informou ter solicitado ao Ministério da Defesa a recomposição integral ou parcial dos recursos. A Força também afirma que passou a priorizar investimentos, a manutenção dos meios, os contratos essenciais, as ações de fiscalização consideradas de maior risco e o custeio mínimo das organizações militares.

Atualmente, o Presidente brasileiro chega ao píncaro de ser  Persona Non Grata” para o Estado de Israel. Os constantes ataques do nosso presidente, recheados de bravatas provocativas ao nosso maior parceiro comercial histórico, os Estados Unidos, deixou o Brasil o numa posição frágil diante do mundo, com exceção dos países comunistas e do Foro de São Paulo, onde Lula, um dos fundadores, tem o respeito deles.  Quase a todo momento, ouvimos o presidente Lula atacar o governo  americano por tarifas comerciais de

Estação de Pesquisas Comandante Ferraz, na Antartica

25% impostas pelos Estados Unidos,  mas não ouvimos uma palavra contra a China, que está impondo uma tarifa de quase 65 %  a carne brasileira.

O presidente Lula defende uma soberania contra os países amigos, mas não a que não temos internamente em relação ao nosso pior inimigo: o tráfico de drogas, as facções organizadíssimas internacionalmente, que mata jovens e destrói famílias. Pelas  nossas fronteiras ao norte, diariamente entram toneladas de drogas e saem outras toneladas de riquezas, sem que tenhamos capacidade técnica e operacional de deter os bandidos. De vez em quando se apreende uma grande quantidade de drogas. Mas, especialistas em segurança,     acreditam  que foram deixadas  para se crie a imagem de que  as forças de combate estão trabalhando.

EXÉRCITO

O corte para o Exército foi de R$ 1,5 bilhão, que afetou diretamente o Exército. Desse modo, a corporação suspendeu ações específicas de fronteira, enquanto patrulhamentos contínuos seguiram ativos. A suspensão dos recursos ocorre em um momento em que os Estados Unidos classificaram as duas maiores facções criminosas do Brasil, PCC e Comando Vermelho, como organizações terroristas.   O governo brasileiro contesta essa classificação. Coincidência?   A inteligência da polícia diz que grande parte da atuação dessas facções ocorre justamente na área de fronteira como tráfico de drogas, contrabando, garimpo ilegal e desmatamento, principalmente pelas fronteiras da Amazônia.

As ações de combate naquela região eram   lideradas pelo Comando Militar da Amazônia  e pelo Comando Militar do Oeste, em cujas fronteiras estão os países que mais produzem cocaína e por onde a droga entra no Brasil. A operação mais conhecida é a Ágata, que neste ano apreendeu mais de 15 toneladas de drogas durante ações realizadas na região de fronteira da Amazônia, neutralizou 62 dragas utilizadas para no garimpo ilegal e paralisou de 117 balsas. Sem a verba orçamentárias, não haverá este combate e o trafico parece dizer, “muito obrigado pela compreensão às nossas dificuldades. Sabíamos que os parceiros iriam colaborar.”

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