ENGIE BRASIL TEM UM RESULTADO DE OURO NO SEGUNDO TRIMESTRE ALCANÇANDO A MARCA DE R$ 1,9 BILHÃO DE LUCRO LÍQUIDO
A ENGIE Brasil Energia encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 1,9 bilhão, um acréscimo de 246% frente ao mesmo período de 2025, devido, principalmente, ao reconhecimento da adesão ao mecanismo legal de repactuação do Uso de Bem Público (UBP), que resultou em um efeito não recorrente de R$ 1,26 bilhão no lucro líquido. Desconsiderando o efeito não recorrente, o lucro líquido ajustado foi de R$ 694 milhões, crescimento de 23% em relação aos meses de abril a junho do ano anterior. A receita operacional líquida atingiu R$ 3,5 bilhões, alta de 13,8% na mesma base de comparação. O desempenho foi impulsionado pelas operações de curto prazo e pelos contratos nos mercados livre e regulado de energia, além da contribuição dos projetos de transmissão para a expansão das receitas.
No período, o Ebitda ajustado somou R$ 2,2 bilhões, avanço de 16,8% em relação ao segundo trimestre de 2025, refletindo a execução disciplinada da estratégia da
Companhia, o desempenho operacional dos negócios e o avanço dos investimentos em infraestrutura. “O aumento de 13,8% na receita operacional líquida demonstra a capacidade da Companhia de capturar oportunidades em diferentes frentes de negócios. Esse crescimento, aliado ao incremento de 23% no lucro líquido ajustado, reforça a consistência da nossa estratégia e a solidez financeira da ENGIE Brasil Energia. Continuamos atentos à evolução do mercado e comprometidos em entregar resultados sustentáveis para nossos acionistas”, diz Pierre Leblanc, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores.
INVESTIMENTOS EM TRANSMISSÃO
Os aportes da Companhia totalizaram R$ 329 milhões no trimestre. Desse montante, R$ 261 milhões foram destinados à construção de novos projetos. Destaque para os empreendimentos de transmissão Asa Branca e Graúna, que receberam investimentos de R$ 111 milhões e R$ 104 milhões, respectivamente. O restante foi destinado aos projetos de geração e aos serviços de manutenção e revitalização dos ativos. Ainda no período, a Companhia registrou avanços na execução dos empreendimentos. O Sistema de Transmissão Asa Branca obteve a Licença de Instalação Integral, permitindo o início das
obras civis, e o projeto Graúna evoluiu nos processos de licenciamento ambiental e de liberação fundiária. Outro marco foi a assinatura do contrato de concessão dos Lotes 2 e 3 (Colibri Transmissora de Energia), arrematados no primeiro Leilão de Transmissão de 2026. Os empreendimentos ampliam a presença da Companhia em territórios estratégicos e reforçam a diversificação do portfólio com obras nos estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Paraná e Santa Catarina.
BASE DO MERCADO LIVRE
A expansão no mercado livre de energia também registrou resultados consistentes. No segundo trimestre, a Companhia ampliou em 42,3% sua base de consumidores livres em relação ao mesmo período de 2025, enquanto a receita com vendas para esses consumidores e comercializadoras cresceu 12,7%, passando de R$ 994 milhões para R$ 1,12 bilhão. O volume total comercializado, incluindo clientes livres, comercializadoras e distribuidoras, e sem considerar operações de trading, atingiu 10.597 GWh, crescimento anual de 14,1%. “Os resultados do trimestre demonstram a solidez da nossa estratégia e a disciplina na execução dos negócios. Como destaques, temos o aumento de contratos firmados no mercado livre e a expansão em transmissão, que reforçam nossa capacidade de gerar valor sustentável. Seguimos comprometidos em investir em infraestrutura e inovação para garantir crescimento consistente e contribuir para a transição energética do país“, afirma Eduardo Sattamini, CEO da ENGIE Brasil.
JIRAU
Recentemente, houve a conclusão de uma das maiores movimentações societárias da história da ENGIE Brasil Energia. A Companhia
finalizou a oferta de ações (follow-on), que viabilizou a transferência da participação de 40% detida pela ENGIE Brasil Participações na Jirau Energia S.A. para a ENGIE Brasil Energia. A operação movimentou R$ 8,36 bilhões, dos quais R$ 2,62 bilhões foram captados no mercado e R$ 5,74 bilhões correspondem à contribuição da participação de Jirau. O preço por ação foi fixado em R$ 30,50, com a emissão de aproximadamente 274 milhões de novas ações ordinárias.

publicada em 6 de agosto de 2026 às 13:00 




