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MORKEN LEVA PARA A ROGe NOVOS EQUIPAMENTOS PARA SOLUCIONAR DIVERSAS ANOMALIAS EM TUBULAÇÕES

A Morken Brasil está  apresentando durante a Rio Oil & Gas 2026, a ROG.e 2026, uma nova geração de tecnologia para inspeção interna de tubulações capaz de identificar e dimensionar trincas, medir espessura e detectar diferentes tipos de anomalias com alta resolução. A companhia participa do evento, que termina amanhã (24), no Rio de Janeiro. O destaque será o PIG instrumentado por Ultrassom Phased Array (PAUT), ferramenta de ensaio não destrutivo configurável com sensores ultrassônicos Phased Array, projetada para inspeção de tubulações com diâmetros entre 3 e 12 polegadas. A tecnologia permite identificar e dimensionar trincas axiais e circunferenciais, detectar SCC (corrosão sob tensão), medir espessura e avaliar anomalias geométricas e descontinuidades em soldas em uma única inspeção. Os sensores Phased Array possibilitam a coleta de dados com precisão milimétrica e alta probabilidade de detecção (POD).

Outro diferencial está na capacidade de operação em condições desafiadoras. A ferramenta pode trabalhar em tubulações com restrições de diâmetro, baixa pressão e baixa vazão, além de ser configurada de forma bidirecional e para passagem em curvas com raio de curvatura de até 1D. Sua arquitetura modular permite diferentes configurações de acordo com as características de cada operação. A autonomia pode chegar a 200 horas e a 200 quilômetros de inspeção em uma única corrida. “Em dutos que transportam derivados de petróleo, conhecer com precisão a condição dos ativos é fundamental para tomar decisões de manutenção, reduzir riscos e preservar a continuidade das operações. O Phased Array acoplado ao PIG é uma nova tecnologia disruptiva que amplia nossa capacidade de identificação e dimensionamento de diferentes mecanismos de deterioração para obtenção de informações de alta precisão e confiança, mesmo em tubulações que apresentam condições mais desafiadoras para inspeção”, afirma Lucas Leão, diretor operacional da Morken Brasil. A participação na ROGe 2026 reforça a importância estratégica do setor para a Morken Brasil. Atualmente, o segmento responde por aproximadamente 60% do faturamento da companhia, que possui grandes clientes nesse mercado e atua em diferentes etapas relacionadas à integridade, inspeção, monitoramento e intervenção em tubulações.

“É um mercado extremamente relevante para a Morken, tanto pela nossa trajetória e carteira de clientes quanto pelas oportunidades de aplicação de novas tecnologias. A ROGe é uma oportunidade para estarmos próximos dos principais players do setor e mostrarmos, na prática, soluções que podem contribuir para aumentar a segurança, a confiabilidade e a disponibilidade dos ativos“, acrescenta Lucas. Além do PIG instrumentado por Ultrassom Phased Array, a Morken apresentará outras tecnologias voltadas à gestão da integridade de ativos. Entre elas está uma metodologia de inspeção remota combinada de tubulações enterradas, especialmente indicada para dutos não pigáveis. A solução integra levantamentos magnéticos para avaliação do metal, identificação de falhas de revestimento, análise da proteção catódica e medições de resistividade do solo. A correlação dos resultados permite identificar e priorizar regiões críticas para inspeções complementares e manutenção.

A empresa também mostra sistemas de detecção de vazamentos para dutos de líquidos e gases, que podem combinar instrumentação de processo, como pressão, vazão e temperatura, fibra óptica e tecnologia vibroacústica para monitoramento contínuo e localização de eventos. Outra frente é o monitoramento permanente de erosão e corrosão (PIMS), realizado por meio de medições ultrassônicas instaladas em regiões críticas dos ativos. Os dados podem ser transmitidos remotamente e integrados ao sistema supervisório do cliente, possibilitando acompanhar tendências de perda de espessura, calcular taxas de corrosão e configurar alarmes. Completa o portfólio apresentado na feira a tecnologia de reparos e reforços estruturais com materiais compósitos, dimensionados e aplicados conforme os requisitos da ASME PCC-2. Dependendo das condições da aplicação, os reparos podem ser executados 100% a frio e sem necessidade de parada operacional, reduzindo a interferência no processo.

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