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A INGLESA BP OPTOU POR DESTACAR NA ROG.e O SEU ÓLEO LUBRIFICANTE USADO PELO MERCADO MARÍTIMO

A bp foi outra grande petroleira inernacional a estar presenteda ROGe, que termina nesta quinta-feira (24), no Riocentro.  Empresa global de energia apresenta em seu estande o Castrol SmartMonitor, uma solução de monitoramento da condição do óleo quase em tempo real, voltada para o setor marítimo.  Desenvolvida pela Castrol, empresa do grupo bp, a solução integra o portfólio da divisão Global Marine & Energy (GME), voltada aos mercados marítimo e de energia, e monitora quase em tempo real as condições do óleo lubrificante de equipamentos críticos. Sensores instalados nos equipamentos capturam dados sobre o lubrificante e disponibilizam as informações às equipes das embarcações e aos engenheiros de serviços técnicos da Castrol. Alterações nas condições do óleo geram alertas que apoiam a avaliação de manutenção, complementando a análise de variáveis como vibração, pressão e temperatura e reduzindo a dependência de coletas manuais.

O processo de instalação foi desenvolvido para ser simples e eficiente, exigindo um mínimo de ferramentas e preparação do local. Dependendo das condições do local e da experiência do instalador, o equipamento normalmente pode ser instalado em um período de tempo bastante reduzido, permitindo um comissionamento rápido e acesso antecipado aos dados operacionais. Durante a ROG.e, os visitantes podem conhecer o sensor e entender como os dados capturados são transformados em alertas que apoiam o planejamento da manutenção e podem contribuir para reduzir desperdícios, custos operacionais e períodos de paralisação.

Em uma aplicação real do SmartMonitor em uma embarcação de cliente da Castrol GME, o sistema identificou aumento da presença de água no óleo de um dos motores e enviou alerta às equipes responsáveis. A investigação apontou vazamento no sistema de resfriamento, permitindo que a manutenção fosse planejada e limitando a paralisação da embarcação a aproximadamente 24 horas. Sem a detecção antecipada, o período fora de operação poderia variar de cinco a 19 dias, com custos que, em um cenário de pior caso para essa situação específica, poderiam superar US$ 3 milhões. “Em ativos críticos, identificar antecipadamente uma alteração pode apoiar uma intervenção planejada e evitar uma paralisação mais longa e dispendiosa”, afirma Rafael Clemente, gerente de contas estratégicas para Energia da Castrol no Brasil.

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