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A UNIDADE DA BRASKEM NO RIO GRANDE DO SUL COMPLETA 16 ANOS E LIDERA A PRODUÇÃO MUNDIAL DE BIOPOLÍMEROS

Dona de uma tecnologia pioneira na indústria para a produção de biopolímeros em larga escala, a unidade de eteno renovável da Braskem completa 16 anos neste mês de setembro com números que fortalecem sua posição de referência mundial em sustentabilidade. Desde a sua partida, em 2010, a operação localizada no Polo Petroquímico de Triunfo já possibilitou a absorção de mais de 4,6 milhões de toneladas de CO₂ da atmosfera ao utilizar etanol proveniente de cana-de-açúcar como matéria-prima. Isso equivale ao que um carro comum emitiria ao dar cerca de 1 milhão de voltas ao redor da terra, diz a empresa.  O  diretor industrial da Braskem no RS, Nelzo Silva, diz que   “Esse é um projeto que muito nos orgulha, pois somos pioneiros e líderes na produção de biopolímeros no mundo, com capacidade e visão estratégica para atender mercados exigentes que cada vez mais primam por produtos mais sustentáveis. Marcos como esse se fazem oportunos, também, para nos lembrar o quanto a cadeia petroquímica é protagonista no desenvolvimento de novas soluções que podem atuar na transição global para uma indústria de baixo carbono e circular.”

A planta de eteno renovável da Braskem foi inaugurada em tempo recorde, depois de 16 meses de construção e após três anos de planejamento e testes que viabilizaram o projeto. Desde então, a unidade passou por sucessivos processos de avaliação, aprimoramento e otimização operacional, que permitiram ampliar sua capacidade produtiva ao longo dos anos. Atualmente, a planta alcança uma capacidade de produção de 275 mil toneladas/ano, 37% superior à prevista no projeto inicial, em 2010.  A unidade é uma peça-chave da estratégia climática da Braskem, a qual está estruturada em três pilares:  redução de emissões, com foco em eficiência energética e no aumento do uso de  energias renováveis; remoção de carbono por meio da expansão de produtos químicos e polímeros feitos de matérias-primas renováveis, que absorvem CO₂ da atmosfera; e captura de carbono, com investimentos em tecnologias que permitem transformar esse recurso em insumo para novos produtos químicos

A tecnologia que permite a geração de biopolímeros de fonte renovável foi desenvolvida no próprio Centro de Tecnologia e Inovação (CTI) da Braskem em Triunfo – maior hub de pesquisa e desenvolvimento da companhia no mundo – de forma conectada ao ecossistema global de inovação da empresa. O processo produtivo utiliza como matéria-prima o etanol proveniente da cana-de-açúcar, que absorve o CO₂ da atmosfera. Depois de desidratado e purificado, ele é transformado em eteno, oferecendo a mesma qualidade e versatilidade dos produtos à base fósseis, mas com o benefício adicional de absorver cerca de 2 toneladas de dióxido de carbono (CO₂) para cada tonelada produzida, medido ao longo de sua cadeia de produção até o portão da Braskem.  A matéria-prima é utilizada, então, em três produtos de fonte renovável: o polietileno, usado em diversas aplicações, como embalagens; o EVA, muito usado em solado de calçados; e a cera de Polietileno, usada na produção de adesivos, cosméticos, entre outros. Esses produtos formam a base do portfólio I’m greenT bio-based da Braskem, atualmente composto por mais de 40 grades e presente em mais de 250 marcas e em mais de 40 países, incluindo alguns dos mercados mais exigentes do mundo, especialmente Ásia e Europa.

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