NAO DELETAR

PETROBRÁS FAZ OFERTA DE MAIS DE R$ 3 BILHÕES POR 12 BLOCOS NA BACIA DE CAMPOS E REFORÇA PLANO DE INVESTIMENTOS NA REGIÃO

Com tudo: Petrobrás fez oferta bilionária por blocos na Bacia de Campos

O melhor do dia estava mesmo reservado para o leilão da tarde. A Petrobrás voltou a demonstrar seu apetite pela Bacia de Campos e arrematou 12 blocos durante o 6º Ciclo da Oferta Permanente sob o regime de concessão, realizado nesta quarta-feira (7) pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), no Rio de Janeiro. O resultado inclui uma oferta bilionária da companhia de mais de R$ 3 bilhões somente no Setor SC-AUP1 e reforça os planos da petroleira de continuar investindo em uma região estratégica para a indústria de petróleo e gás e para a economia do Norte Fluminense.

As áreas adquiridas pela Petrobras no setor SC-AUP1 são: C-M-113, C-M-115, C-M-161, C-M-163, C-M-165, C-M-216, C-M-281 e C-M-283. Juntos, os oito blocos representam uma área de 9.295,76 km², com investimento mínimo previsto de R$ 1,323 bilhão na fase de exploração. Ao todo, os oito blocos arrematados nesse setor somaram R$ 3,014 bilhões em bônus de assinatura. Os blocos com maiores bônus de assinatura individualmente foram o C-M-115 e o C-M-161, cada um com uma oferta de R$ 754 milhões.

A petroleira também fez aquisições no Setor SC-AP1, arrematando os blocos C-M-111, C-M-159 e C-M-214. Já setores no SC-AUP2, a companhia levou o bloco C-M-352. Os resultados desses dois setores somaram bônus de assinatura de R$ 23,91 milhões e investimentos mínimos previstos de R$ 144,77 milhões na fase de exploração. O Setor SC-AP3, por sua vez, não recebeu ofertas nesta etapa do leilão.

Considerando os três setores com ofertas, a Bacia de Campos teve 12 blocos arrematados entre os 28 colocados em disputa. O bônus de assinatura total na bacia alcançou cerca de R$ 3,038 bilhões, enquanto os compromissos mínimos de investimento na fase de exploração somam aproximadamente R$ 1,468 bilhão.

O resultado reforça a estratégia da Petrobrás de manter a Bacia de Campos em seu radar de investimentos. A região, que durante décadas foi o principal polo produtor de petróleo do país, ainda possui áreas com potencial exploratório e segue tendo grande importância para a cadeia de petróleo e gás instalada no Norte Fluminense.

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