NAO DELETAR

ONZE MIL TONELADAS DE AÇO CHEGAM PARA OS NAVIOS DA TRANSPETRO. O BATIMENTO DE QUILHA FOI FEITO HOJE NO ECOVIX

Iniciado em abril, o processamento de aço do casco dos navios Handymax no Estaleiro Rio Grande terá um importante reforço. Nesta quinta-feira chegou a Rio Grande uma embarcação vinda da Indonésia com 11 mil toneladas de aço, que começaram a ser descarregadas na parte da tarde. O material será utilizado na construção de quatro navios contratados pela Transpetro no âmbito do Programa Mar Aberto, iniciativa voltada à renovação e ampliação da frota própria do Sistema Petrobrás. As embarcações serão empregadas no transporte de derivados de petróleo pela costa brasileira. Pela manhã, houve a cerimônia de batimento de quilha reuniu trabalhadores e diretores das empresas. O batimento de quilha do primeiro navio Handymax encomendado pela Transpetro foi realizado  seis meses após o início do processamento de aço do casco. A cerimônia, que reuniu trabalhadores do estaleiro e representantes da Transpetro, marca uma nova fase da construção das embarcações. Tradicional na indústria naval, o evento simboliza o início da construção de um navio. Do complexo naval sairão quatro navios do tipo Handymax contratados pela Transpetro no âmbito do Programa Mar Aberto, iniciativa voltada à renovação e ampliação da frota própria do Sistema Petrobrás. A quilha é como a “espinha dorsal“, por onde a construção de um navio é iniciada. O ato de batimento é uma tradição secular considerada símbolo de proteção e boa sorte para a embarcação e seus tripulantes. O marco representa um novo passo para os trabalhos nos Handymax, que têm mobilizado mais de 500 profissionais ao longo deste ano no Estaleiro Rio Grande. Desde abril, o aço para o casco está sendo processado nas áreas fabris da Ecovix, de acordo com o cronograma alinhado com a Transpetro.

“O dia de hoje concretiza a força e a capacidade do Estaleiro Rio Grande. É a consolidação de um trabalho responsável de todo o nosso time para a construção desses quatro navios – os primeiros de vários que entregaremos à Transpetro ao longo dos próximos anos”, afirma o CEO da Ecovix, Robson Passos. Os navios Handymax, que ampliarão a capacidade logística da Transpetro, terão 16.000 toneladas de porte bruto (TPB). As embarcações serão aptas ao transporte de produtos claros derivados de petróleo, como diesel marítimo, diesel S10, diesel S500 e gasolina de aviação. Mais de 65% dos equipamentos necessários para a construção foram adquiridos e, em julho, 11 mil toneladas de aço vindas da Indonésia foram descarregadas no Estaleiro, reforçando os trabalhos. “A construção desses navios representa um marco na retomada dos investimentos da Transpetro em sua frota própria. O projeto reforça a estratégia da companhia de ampliar sua capacidade operacional para atender às demandas do mercado e acompanhar a expansão da produção de petróleo no país”, destaca o diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, Jones Soares.

No total, a Ecovix construirá 13 navios para a Transpetro nos próximos anos: quatro Handymax, por meio do Consórcio Marenova; cinco navios-tanque do tipo pressurizado para transporte de GLP e derivados; e quatro navios de médio porte da classe MR1 (Medium Range). A expectativa é de que sejam gerados até 5.000 empregos diretos e indiretos com os trabalhos nas diferentes embarcações.

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jhonatan
jhonatan
22 dias atrás

Deus abençoe o RS, E novas encomendas pra indústria naval Brasileira. Amém. O Ecovix tem um potencial gigantesco. Brasil estabeleça uma lei, para começar a exigir que os armadores que operam no Brasil regularmente, comecem a fazer encomendas de pelo menos um pouquinho da renovação da frota deles, em estaleiros brasileiros. Imagine o potencial. E mais com ciclos virtuosos de encomendas, os estaleiros poderem planejar melhor o longo prazo e com o tempo diminuir o custo. É óbvio que as primeiras encomendas serão mais caras do que na China, mas, com tratamento tributário diferenciado e principalmente encomendas novas, novos ciclos… Leia mais »