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ENEVA FECHOU O BALANÇO DE 2017 COM UM LUCRO LIQUIDO DE MAIS DE R$ 146 MILHÕES

sddA Eneva encerrou o ano de 2017 com lucro líquido ajustado de R$ 146 milhões, o melhor resultado da companhia para o período. No quarto trimestre o lucro líquido  somou R$ 107,5 milhões, frente a prejuízo de R$ 1,4 milhões em igual período de 2016. O bom desempenho da Eneva, segundo a empresa, foi reflexo de uma rígida disciplina financeira, com foco na alocação correta de capital, redução de custos e melhora operacional dos ativos. A companhia chegou ao final de 2017 com 18,8 bilhões de m³ de gás em reservas 2P (prováveis e provadas), um aumento de 6% em relação aos 17,7 bilhões de m³ registrados ao fim de 2016. Com isso, a taxa de reposição de reservas foi de 170% no ano.

A Eneva investiu R$ 314,3 milhões em 2017, aumento de 86,4% na comparação com 2016. Do total, R$ 176,8 milhões foram para o desenvolvimento e entrada em produção dos campos de Gavião Caboclo e Gavião Azul, a um custo de desenvolvimento de R$0,03/m3. Os campos passaram a integrar o sistema produtor do Complexo Parnaíba em novembro. Também foram destaques no ano a participação da Eneva na 14ª Rodada de Licitações da ANP, com a compra de cinco blocos na Bacia do Parnaíba, no Maranhão, e a aquisição do campo de Azulão, no Amazonas, da Petrobras, por US$ 54,5 milhões. A companhia deu início, ainda, a campanha sísmica nos blocos adquiridos na 13ª Rodada.

A Eneva teve geração líquida total de 4,05 mil GWh no quarto trimestre de 2017, aumento de 37% na comparação com os últimos três meses de 2016, resultante de maior despacho médio no período. No Complexo Parnaíba, no Maranhão, foram gerados 2,76 mil GWh. No ano, o despacho médio do Complexo foi de 61,5%, com geração líquida de 6,5 mil GWh. A usina de Itaqui gerou 683 GWh no quarto trimestre. A disponibilidade da usina no trimestre foi de 99%, superando, pelo terceiro trimestre consecutivo, a disponibilidade requerida em seus Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado.  No mesmo período, Pecém II gerou 608 GWh, com despacho médio de 97%. A disponibilidade de Pecém II no trimestre foi de 86%, afetada por manutenções corretivas na planta ao longo do trimestre. Na área de óleo e gás, a Eneva produziu 0,7 bilhão de m³ de gás natural no quarto trimestre, atendendo ao despacho das termelétricas do Complexo Parnaíba. No ano de 2017, a produção de gás natural do complexo totalizou 1,6 bilhão de m³.

Pedro Zinner(foto), CEO da Eneva, disse que  “Em 2017 demos continuidade ao processo de reestruturação, equacionamos as dívidas, reduzimos significativamente o nível de alavancagem da empresa e conduzimos a reestreia da Eneva no mercado de capitais, trazendo recursos novos para a companhia. Todas as nossas iniciativas tiveram impacto positivo no resultado. Estou muito satisfeito e orgulhoso com os resultados de 2017, fruto de muito trabalho e de um time comprometido. Seguiremos trabalhando para aumentar e fortalecer nossa posição de liderança no setor de energia, com foco na criação de valor no longo prazo, e nos consolidando a partir do modelo integrado de produção”

 

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