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BLOCO DE ITAIMBEZINHO NÃO RECEBEU OFERTAS E LEILÃO TERMINA COM 202% DE ÁGIO

Por Davi de Souza (davi@petronoticias.com.br) –

foto6O bloco de Itaimbezinho não recebeu nenhuma oferta durante a 4ª rodada de licitação do pré-sal, realizada nesta quinta-feira (7), no Rio de Janeiro. Esta era a área com menor percentual mínimo de excedente em óleo estipulado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Desta forma, o leilão terminou com três blocos arrematados dos quatro ofertados. O bônus total acumulado foi de R$ 3,15 bilhões e os investimentos previstos para as áreas licitadas é de R$ 738 milhões, de acordo com dados da ANP.  O ágio total do certame ficou em 202%, o que foi considerado pelo governo como um grande sucesso.

O diretor-geral da agência, Décio Oddone, revelou que a inclusão de Itaimbezinho na rodada ocorreu devido a pedido de uma das empresas que participaram da licitação. Sem revelar o nome da companhia, Oddone acredita que no intervalo entre a solicitação de inclusão e a realização da rodada, a empresa reavaliou o potencial do bloco e optou por não fazer ofertas.

A ANP recebeu 16 inscrições para o leilão, número recorde para rodadas nesse regime. Esse grande interesse no leilão não chega a ser uma surpresa, tendo em vista que o pré-sal cada vez mais comprova seu imenso potencial. Em abril, os campos da área produziram um volume total de 1,78 milhão de barris de óleo equivalente (petróleo mais gás), registrando um novo recorde. A quantidade superou a marca de 1,76 milhão de boe, verificada em fevereiro deste ano. Ao todo, em abril, foram produzidos 1,423 milhão de barris de petróleo por dia e 58 milhões de metros cúbicos diários de gás natural por meio de 86 poços. O pré-sal correspondeu a 54,4% da produção total no Brasil.

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