PETROBRÁS REGISTRA LUCRO DE R$ 10,1 BILHÕES NO SEGUNDO TRIMESTRE DO ANO

PetrobrasO dia começou movimentado no mercado com o anúncio de um resultado extremamente positivo da Petrobrás no segundo trimestre. A companhia fechou o período com lucro de R$ 10,1 bilhões, um aumento de cerca de 44% na comparação com o trimestre anterior (R$ 7 bilhões). É o melhor desempenho desde 2011. Em comunicado, a petroleira atribuiu o número ao aumento das cotações internacionais do petróleo, associado à depreciação do real em relação ao dólar. Ainda nesta manhã, a diretoria da estatal vai detalhar o balanço financeiro, e o Petronotícias fará a cobertura completa da apresentação.

Outra bandeira sempre levantada na administração de Pedro Parente, e que continua sendo erguida na era de Ivan Monteiro, a redução de endividamento também ganhou novos capítulos. Nos primeiros seis meses do ano, o índice caiu 13% em relação a dezembro de 2017, para US$ 73,66 bilhões. De acordo com a Petrobrás, a geração operacional e a entrada de caixa de US$ 5 bilhões com a venda de ativos, no semestre, foram os principais fatores para a redução da dívida líquida, cujo total passou a corresponder a 3,23 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda ajustado), comparado a 3,67 no fim de 2017.

“Com a redução e a gestão da dívida, a Petrobrás diminuiu suas despesas financeiras (a maior parte de juros) em R$ 1,6 bilhão, no semestre, e alongou sua dívida, sem ter um custo maior por isso. O prazo médio de vencimento aumentou de 8,62 para 9,11 anos e a taxa média de juros se manteve em torno de 6%”, detalhou a companhia.

A produção total da estatal no segundo semestre foi de 2,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia no Brasil, mantendo o mesmo patamar dos primeiros três meses do ano. A companhia ainda frisou  que aumentou em 31% a sua área exploratória, com aquisições nas rodadas de licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Contudo, a produção de petróleo, LGN e gás natural diminuiu em relação ao mesmo período do ano anterior devido, principalmente, aos desinvestimentos realizados nos campos de Lapa e Roncador, ao declínio natural da produção, ao término do Teste de Longa Duração no campo de Itapu, na Bacia de Santos, e à interrupção da produção do campo de Hadrian South, nos EUA.

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