REDE PETRO RIO PLANEJA CRESCER ATÉ 40% EM 2018 E EXPANDE SUA ATUAÇÃO ESTADUAL

Por Davi de Souza (davi@petronoticias.com.br) –

carlos-eduardo-petrorio-211x300Há muita expectativa em torno da feira Rio Oil & Gas 2018, que começa na próxima segunda-feira (24). O momento do setor de óleo e gás ainda não recuperou a pujança de tempos passados, mas o clima já é outro. Com a retomada do segmento, os personagens deste mercado vão aproveitar o evento para apresentar as novidades. A Rede Petro Rio, por exemplo, conseguiu expandir sua atuação para além da capital fluminense, conforme conta o diretor de comunicação e marketing da entidade, Carlos Eduardo. “Hoje, a Rede Petro Rio já absorveu a [unidade] Duque de Caxias e, agora, está absorvendo a Leste Fluminense. Estamos tomando uma proporção estadual. Temos o foco em Itaboraí, Maricá, toda a parte do pré-sal e Bacia de Campos”, explicou. A Petro Rio estará na Rio Oil & Gas dentro do espaço da Sebrae e apresentará durante a feira alguns de seus novos projetos. “O primeiro deles é o Radar de Oportunidades, para que as empresas associadas tenham informações [sobre potenciais negócios] disponíveis. Para aumentar a visibilidade das companhias, criamos também a Rede Petro Rio TV”, revelou. Além disso, o executivo também afirma que a quantidade de empresas que procuraram a entidade aumentou sensivelmente no segundo semestre de 2018 e a expectativa até o final do ano é de um crescimento entre 30% e 40%.

O senhor pode começar falando um pouco sobre a atuação da entidade?

A Rede Petro Rio é uma aglutinadora de oportunidades para empresas associadas. Somos uma rede de negócios, onde integramos a cadeia de fornecedores de petróleo e gás do Rio de Janeiro. A Petro Rio é formada por companhias do primeiro ao quarto setor de fornecimento. 

O nosso público-alvo hoje ascendeu para todo o estado do Rio de Janeiro. Antigamente, a Rede Petro Rio só ficava na cidade do Rio, porque quando a Rede Petro foi criada, ela foi subdivida pelos municípios. Mas hoje, a Rede Petro Rio já absorveu a [unidade] Duque de Caxias e, agora, está absorvendo a Leste Fluminense. Estamos tomando uma proporção estadual. Temos o foco em Itaboraí, Maricá, toda a parte do pré-sal e Bacia de Campos. Estamos sempre atentos a estas oportunidades, monitorando as operadoras e epecistas, e as repassamos para as associadas.

Quais são as recentes iniciativas da Rede Petro Rio?

Colocamos alguns projetos em curso. O primeiro deles é o Radar de Oportunidades, para que as empresas associadas tenham essas informações [sobre potenciais negócios] disponíveis. Para aumentar a visibilidade das companhias, criamos também a Rede Petro Rio TV. Isso é uma novidade. Já temos três programas gravados. E ainda, criamos uma nova estrutura para as empresas associadas. Agora temos um escritório compartilhado, no Centro do Rio de Janeiro, onde as companhias podem fazer locação do espaço para promover reuniões de negócios. Outro grande projeto para esse ano, que está dando certo, é o Circuito de Negócios da região Leste Fluminense, que inclui um evento em Itaboraí, outro em Maricá e também em Niterói.

Como a entidade avalia o atual momento do mercado?

O mercado ainda está parado, mas a tendência é de uma alta muito forte no médio prazo. Estamos comunicando às empresas que participam deste movimento, porque o jogo de peças está sendo formado agora. As empresas que estiverem visíveis neste momento, serão aquelas que fornecerão entre 2019 e 2023. Acreditamos que o pico acontecerá em 2023.

E quais são os principais entraves para os negócios?

O maior entrave é que o mercado ainda está se ajustando em relação a alguns pontos. Por exemplo, a estratégia da Petrobrás representa 80% desse mercado. Então, não dá para falar desse setor sem falar da estatal. A empresa está fazendo seus ajustes estratégicos. O Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) é um deles.

Outro fator é o conteúdo local, porque não temos ainda uma definição sobre o tema. As empresas ficam muito desgastadas. As companhias do polo naval foram as mais prejudicadas. Temos ainda os entraves de médio e longo prazos, porque esse mercado necessita de cinco anos de maturação. Isto é, após os leilões, ainda existe um tempo antes das contratações. 

Como a entidade pretende ampliar sua participação na criação de novos negócios dentro do setor?

Queremos aumentar nossa participação em eventos. Organizar feiras e estarmos juntos do mercado em eventos de óleo e gás. Fechamos um espaço para nossa Associação na Rio Oil & Gas 2018. Nosso stand será o número 9 no espaço SEBRAE. 

Existe uma previsão de crescimento da associação?

A Rede Petro Rio, como todo o mercado, passou por ajustes. Foi um momento em que o mercado encolheu. Mas empresas já percebem o momento de mudança. A quantidade de empresas que nos procuram aumentou sensivelmente no segundo semestre de 2018. Até o final do ano, pretendemos crescer entre 30% e 40%. Isso demonstra que o mercado está retomando.

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