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ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO DA PETROBRÁS CAIU PARA US$ 69,4 BILHÕES EM 2018

castello brancoDito e feito. A Petrobrás conseguiu alcançar suas metas de redução de dívida estabelecidas para 2018, conforme revela o balanço financeiro da companhia. O endividamento líquido caiu 18% em relação a 2017, alcançando US$ 69,4 bilhões. Dessa forma, a relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado ficou em 2,34 no ano passado, superando a meta de 2,5 que era perseguida desde tempos da gestão de Pedro Parente.

O endividamento bruto da Petrobrás diminuiu de US$ 126,3 bilhões em 2015 para US$ 84,4 bilhões no final de 2018, mas nas palavras do atual presidente da companhia, Roberto Castello Branco, “ainda é elevado em relação à capacidade atual de geração de caixa: dívida bruta/fluxo de caixa operacional de 3,2x e dívida bruta/EBITDA ajustado de 2,7x”.

O executivo prometeu ainda reduzir a dívida e trabalhar para o crescimento do fluxo de caixa via aumento de produção e corte de custos. Sobre este último fator, especificamente, Castello Branco considera como “condição básica em qualquer empresa para a geração de valor independentemente do ciclo econômico e mais importante ainda na indústria do petróleo, tipicamente com alta exposição aos ciclos da atividade econômica global”.  O presidente também acrescentou que o emprego maciço da digitalização, data analytics e inteligência artificial será essencial para a geração de ganhos de eficiência e de custos menores.

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A PETROBRAS comete erro gravíssimo na divulgação do resultado de 2018 ao não provisionar a causa perdida no TST no processo da RMNR e, mais uma vez passa ao investidor uma notícia falaciosa, no melhor estilo da época do Petrolão quando era comandada pela Graça Foster. Todos sabemos que no último mês de dezembro o TST, por unanimidade, deu ganho de causa aos petroleiros no processo da RMNR. A Petrobrás tinha a obrigação de publicar o ocorrido em nota em “Fatos Relevantes”, mas não o fez. Juridicamente está mais do que claro de que é “provável” que a Petrobrás terá… Read more »