BUMI ARMADA REGISTRA PERDAS BILIONÁRIAS E ANUNCIA NOVO CEO GLOBAL | PetroNotícias





BUMI ARMADA REGISTRA PERDAS BILIONÁRIAS E ANUNCIA NOVO CEO GLOBAL

e5b74fdfdeadc397698c254a90a197c2Em cenário de dificuldades, mudanças a caminho. O ano de 2018 foi difícil para a empresa Bumi Armada, da Malásia, que terminou o período com perdas líquidas de US$ 580 milhões. Só no quarto trimestre, o prejuízo foi de US$ 310 milhões, conforme revelou o último balanço financeiro da companhia. Em meio aos resultados negativos, a Bumi anunciou mudança no seu comando. O atual CEO Leon Harland deixará o posto e será substituído pelo executivo Gary Neal Christenson (foto).

Harland continuará no comando da empresa até o dia 15 de maio. “O grupo enfrentou um ano financeiramente desafiador em 2018, que foi em grande parte marcado pelas dificuldades encontradas no FPSO Kraken e a baixa utilização contínua de nossa frota de OSV”, comentou o atual CEO. “No futuro, o objetivo é concluir o refinanciamento da dívida corporativa do grupo no futuro próximo, monetizar os ativos e melhorar o desempenho do [FPSO ] Armada Kraken”, concluiu. 

Conforme o Petronotícias revelou em fevereiro, grupo Bumi Armada Berhad saiu Brasil. A empresa, considerada uma das gigantes do mercado de operação de FPSOs, não conseguiu converter as suas positivas perspectivas em negócios e optou por encerrar suas operações brasileiras.

A Bumi estava presente no Brasil, por meio de seu negócio de Serviços Marítimos Offshore, desde o ano de 2012. A chegada ao país era considerada estratégica, já que a empresa considerava o mercado nacional como um dos mais potenciais e promissores do mundo em termos de operação de FPSOs. No ano em que desembarcou no Brasil, o planejamento estratégico da companhia previa uma demanda interna de 6 a 8 FPSOs da Petrobrás e até mesmo da OSX – empresa criada pelo empresário Eike Batista para fornecer plataformas de petróleo e serviços navais para a antiga OGX.

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