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INVESTIMENTOS DA MARINHA BRASILEIRA DESPERTAM ATENÇÃO DE EMPRESAS FORNECEDORAS NA PRÓXIMA FEIRA DE DEFESA

corveta-barroso-marinhaOs investimentos anunciados em renovação da frota brasileira da Marinha – como a licitação para a construção de quatro novas corvetas do Projeto Tamandaré – despertou o interesse imediato de empresas do Brasil e do mundo. E deve repercutir na 12ª edição da LAAD Defence & Security, que acontece de 2 a 5 de abril no Rio de Janeiro, por ser o foco de atenção dos fornecedores que buscam novas parcerias comerciais com a Marinha do Brasil e também com o Exército e a Aeronáutica.
A feira de negócios reúne mais de 450 marcas nacionais e internacionais, recebe o apoio e tem a presença de autoridades das três Forças Armadas, além de representantes de forças policiais e executivos da indústria de defesa e segurança. Por esse motivo atrai empresas como a Thyssenkrupp, Embraer Defesa & Segurança, Fundação Ezute, SKM Eletro Eletrônica, Ares Aeroespacial e Defesa, Damen Shipyards, Saab, Consub Defesa e Tecnologia, DGS Defence, Logsub, entre outras já confirmadas.

Para ganhar clientes na LAAD 2019, a DGS Defence, estaleiro de construção de embarcações militares, aposta em uma nova classe de embarcações táticas desenvolvidafdsss para o patrulhamento das fronteiras. “O DGS 888 RAPTOR MK2 tem características essenciais para missões de patrulhamento, como velocidade, autonomia, proteção balística, elevada capacidade de detecção e acompanhamento de alvos, independentemente das condições de visibilidade e, claro, poder de fogo. No emprego de armamento, a embarcação é construída com infraestrutura para receber uma estação de armas remotamente controlada na sua proa, o que empresta à embarcação uma precisão cirúrgica de fuadftiro”, adianta o diretor executivo da DGS Defense, Fuad Gatti Kouri.(FOTO)

A empresa também busca navegar em mercados internacionais. No último mês, a DGS Defense Corp, braço que compõe o Grupo DGS, iniciou as atividades em território norte-americano. Para Kouri, a presença na LAAD Defence & Security é requisito básico para as marcas que pretendem projetar serviços e produtos nos setores de defesa e segurança. “A LAAD permite grande visibilidade na esfera nacional e internacional e a possibilidade de contato direto entre a empresa e os clientes, nos mais variados níveis, um fato difícil de ocorrer no dia a dia”, explica.  Quem também quer aproveitar a visibilidade promovida pela LAAD Defence & Security é a Logsub. O diretor da empresa, Armando Repinaldo, ressalta que a feira é um espaço aberto para destacar os cases de sucesso da Logsub e que o acesso facilitado a altas patentes da Marinha do Brasil e de outros países é uma oportunidade para incentivar parcerias.

Ele acredita que o cenário político atual deve contribuir para destravar os contínuos contingenciamentos de orçamento enfrentados pelas forças armadas ao longo dos últimos anos: “Alguns projetos da Marinha Brasileira que estão congelados e incluem o reparo de submarinos, por exemplo, já estão em fase de planejamento para a licitação. A força naval já apontou também a intenção de construir um navio polar e renovar o sistema de resgate de submarinos”, afirma.  Este último item é um dos alvos da Logsub. Em parceria com a escocesa JFD ( James Fisher Defense), a proposta é construir no Brasil com conteúdo local um sistema de resgate de submarinos modular que é transportado via aérea: “O modelo é um dos mais modernos do mundo composto por um ROV (Remotely Operated Vehicle) de intervenção subaquática apto paraxcxx interagir com o casco do submarino naufragado. A marinha da Austrália e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) têm sistemas baseados no mesmo conceito”, explica Repinaldo.  O sistema de salvamento por meio de um Sino de Resgate de Submarinos (SRS), que é o atual da Marinha do Brasil, não tem a flexibilidade e a capacidade para atender a nova força de submarinos que irá incluir um submarino nuclear, segundo o diretor da Logsub.

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