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RIO BATE RECORDE HISTÓRICO NO COMÉRCIO EXTERIOR E CONFIRMA SEGUNDO MAIOR MERCADO DO BRASIL

eeeeO Rio de Janeiro fechou 2018 com a maior corrente de comércio (soma das exportações e importações) da história, movimentando US$ 53,7 bilhões. A informação é do Rio Exporta, o boletim de comércio exterior do estado do Rio produzido pela Firjan, a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro. O resultado é acompanhado de valores recordes nas exportações e importações, US$ 29,7 bilhões e US$ 24 bilhões, respectivamente. De acordo com o estudo da Firjan divulgado recentemente, essa é a maior participação que o Rio já teve no comércio exterior brasileiro. Com isso, o Rio se mantém como o segundo estado com maior fluxo internacional, com uma participação de 13% no comércio exterior do país, atrás apenas de São Paulo. Além disso, conquistou no ano passado a segunda posição de maior estado exportador, ultrapassando Minas Gerais. “É um recorde, tanto em valor quanto em quantidade. Nunca o Rio exportou tanto”, destacou a área Internacional da federação.

Conforme o estudo, as exportações avançaram 37% em relação a 2017. “Em nossas análises, um fator determinante foi o aumento dos preços de petróleo em 2018; além disso, também exportamos mais em quantidade, quase 300 milhões de barris, um volume 4% maior que em 2017”, considera Spadale. Em 2018, o preço do barril de petróleo Brent teve média anual de US$ 71,34/barril, 32% acima do ano anterior. A Firjan também destaca o crescimento de 31% das vendas externas de produtos industrializados (US$ 9,8 bilhões), puxado pelos embarques de manufaturados, com aumento de 29% (US$ 7,8 bilhões) e de semimanufaturados (38%).

Um terço das exportações fluminenses foi de produtos industrializados. O estado do Rio exporta cada vez mais produtos com alto valor agregado, confirmando que a indústria fluminense está olhando mais para fora. Vale ressaltar o aumento das vendas ao exterior dos seguintes produtos: partes de motores e turbinas para aviação; máquinas, aparelhos e materiais elétricos; equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos; produtos alimentícios e produtos químicos.  Já o crescimento das importações fluminenses, de 117%, reverteu a tendência de queda registrada nos anos anteriores. O aumento de 44% nas compras de máquinas e equipamentos, segundo a Firjan, é um indicativo de retomada de crescimento da indústria. Mesmo excluindo a importação de petróleo e das plataformas flutuantes, que tiveram um pico no ano passado por conta da mudança no regime Repetro, ainda assim ocorreu um aumento significativo de 27% nas importações.

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