TRABALHADORES DA DISTRIBUIDORA DE GÁS DA PETROBRÁS EM MONTEVIDÉU OCUPAM A EMPRESA EM PROTESTO CONTRA DEMISSÕES

xczzzTrabalhadores ocuparam a MontevideoGas, uma distribuidora de gás natural canalizado em Montevidéu, no Uruguai. A empresa é  controlada pela estatal brasileira Petrobrás.  A Justiça uruguaia  determinou que os trabalhadores  deixem as instalações da empresa. A ordem de despejo foi assinada pelo juiz Hugo Rundie.  A polícia está negociando com os grevistas, mas  o  “controle operário” se mostra irredutível.  A Petrobrás controla duas distribuidoras de gás no país vizinho, a MontevideoGas e a Conecta. As  operações das empresas são deficitárias. A companhia enfrenta sérios problemas com os sindicatos dos trabalhadores locais, que reclamam que a Petrobrás busca redução de custo com demissões de trabalhadores.

Segundo as informações do El Diario, de Montevideo, quando as tropas chegaram ao local, os funcionários já esperavam atrás das grades do de uma espécie de Bunker, lutando para rejeitar a demissão da companhia de 37 trabalhadores. Apesar de uma decisão da Justiça que proíbe o controle dos trabalhadores, esta começou com o movimento. Por volta das seis da manhã,  o sindicato dos trabalhadores da MontevideoGas iniciou uma ocupação em protesto contra a demissão de trabalhadores. Só por wwwwvolta das 14h30 foram informados sobre uma ordem de despejo emitida pela Justiça, segundo o dirigente Alejandro Acosta. O sindicalista  em tom de ameaça disse que “Vamos esperar que os milicianos venham e resolvam em assembleia.” A empresa divulgou uma declaração de 15 horas em que insiste que “o controle montevideo-gas_450wdos trabalhadores” é  a ameaça de “controle dos trabalhadores são ilegítimos”.

Eles apontam que há uma “grande preocupação” na empresa e que esperam uma solução para esta situação que está em contradição com os regulamentos atuais e com uma decisão judicial que proíbe as demissões. Enquanto isso, o ministro do Trabalho e Segurança Social, Ernesto Murro, disse esta manhã teve  contato com as autoridades judiciais e que espera uma solução rápida.

A decisão de continuar o “controle operário” foi anunciado por meio de uma declaração em que reiterou a situação que levou ao conflito, que entre outras coisas é a decisão da empresa para efetuar a demissão de 37 funcionários. Os trabalhadores especificaram que a decisão do tribunal não deu origem ao pedido de que a Petrobrás seja obrigada a negociar com base na proposta feita pelo ministro do Trabalho Ernesto Murro.

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