NUCLEP E A MARINHA CHILENA PODEM ESTABELECER PARCERIA PARA DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PROJETOS | PetroNotícias





NUCLEP E A MARINHA CHILENA PODEM ESTABELECER PARCERIA PARA DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PROJETOS

FDSSSSNasce uma perspectiva de bons negócios entre a Nuclep e a Marinha do Chile. As primeiras conversas começaram em Brasília durante a transmissão do cargo do Chefe do Estado Maior da Armada,  Almirante de Esquadra Celso Luiz Nazareth. O  presidente da NUCLEP, Contra Almirante Carlos Henrique Silva Seixas, e o Chefe do Estado-Maior Geral da Armada do Chile, Vice Almirante Guillermo Lüttges Mathieu, conversaram sobre a possibilidade que pode resultar boa parceria. A Marinha do Chile, que desde a década de 90 opera com dois submarinos IKL-209 e dois Scorpène, tem planos de investir em novas unidades ou na recuperação da frota atual. “É apenas uma aproximação das Marinhas nesse sentido, mas, claro, a NUCLEP tem toda capacidade, estrutura e know how para contribuir com a construção ou modernização da frota Naval chilena. O lançamento do Riachuelo ao mar em dezembro de 2018, e a futura entrega dos outros três S-BR ao Prosub, relembrou ao mundo que o Brasil é parte do seleto grupo de países capazes de construir”, disse o presidente da NUCLEP.

Por falar em submarino, a segunda das quatro seções do submarino Humaitá  (S-41) foi transferida da unidade de fabricação de estruturas metálicas (UFEM) para o DDDDestaleiro do complexo naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro.  De acordo com a Itaguaí Construções Navais (ICN), a manobra  realizada marca a fase final de preparação do segundo dos quatro submarinos convencionais do programa de desenvolvimento de submarinos da Marinha (Prosub). A previsão é que o lançamento ao mar do S-41 Humaitá ocorra no segundo semestre de 2020. A seção 2A pesa mais de 320 toneladas e tem mais de 18 metros de comprimento. A operação  foi acompanhada pela Marinha e teve participação de agentes estaduais, federais, empresas privadas da região. A ICN acredita que a segunda unidade do Prosub representa um grande avanço na transferência de tecnologia entre França e Brasil e que, ao término do projeto, o país terá mais autonomia para projetar e fabricar seus próprios submarinos.

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