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TERCEIRO GRIPEN FAZ SEU PRIMEIRO VOO E DIRETORA DA SAAB VEM AO BRASIL PARA FALAR SOBRE INOVAÇÕES NAS INDÚSTRIAS

rrrrA vice-presidente e diretora de Tecnologia da área de negócios Aeronautics da Saab, Lisa Åbom (foto),  participa do painel “Tendências de Inovação em Defesa”, durante o 8º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, nesta terça-feira(11). O evento será realizado no São Paulo Expo, em São Paulo. Lisa Åbom fará uma apresentação sobre as principais inovações tecnológicas apontadas como tendências que irão influenciar o desenvolvimento da aviação de combate militar. A executiva vai compartilhar suas experiências relacionadas ao desenvolvimento do caça Gripen,  e pontuar como as empresas podem promover a inovação em sua estrutura, incorporando novas tecnologias de produção que muitas vezes acontecem fora de suas respectivas indústrias. Aliás,  a Saab está comemorando também o primeiro voo do terceiro Caça Gripen destinado Á Forca Aérea Brasileira.

Lisa Åbom  disse que “Vivemos em tempos com inovações tecnológicas acontecendo a todo tempo ao nosso redor. Com o amadurecimento da Inteligência Artificial  e com o uso de Big Data, podemos prever novas tecnologias de produção que irão possibilitar oportunidades empolgantes. Já podemos ver start-ups sendo criadas em diversos segmentos de indústria, aplicando essas tendências inovadoras. Tais mudanças também estão alcançando os segmentos militares e a indústria de defesa,   além de outras áreas consideradas mais tradicionais, como a indústria aeronáutica”.

A executiva apresentará como a Saab trabalha em estreita colaboração com seus clientes, inclusive a Força Aérea Brasileira, para o aprimoramento das aeronaves para as fddssdpróximas décadas. A Saab vem desenvolvendo tecnologia capaz de possibilitar que o caça esteja operacional, e totalmente atualizado, pelas próximas quatro décadas. “Para atender a essas demandas, o Gripen já é bastante avançado no que diz respeito à coleta de dados, fusão de dados e apoio à tomada de decisão do operador. As diferentes plataformas compartilham informações entre si, promovendo uma maior consciência situacional. No futuro, um número ainda maior de vetores terrestres, navais e aéreos irão coletar informações e compartilha-las entre si. Estamos falando de um sistema de sistemas no qual o Gripen poderá estar voando com outras aeronaves, inclusive plataformas não tripuladas. O desafio é trazer todas essas novas tendências, considerando um contexto em que precisamos ser mais competitivos em custo de produção e mais ágeis no tempo entre desenvolvimento e disponibilização de novas soluções para o mercado”, completou a executiva.

Grande parte do Programa Gripen está sendo desenvolvido em parceria com empresas brasileiras no país. O Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen (GDDN), localizado na planta da Embraer em Gavião Peixoto, é o hub de desenvolvimento do Gripen no Brasil. É lá que acontece grande parte da transferência de tecnologia para as empresas brasileiras parceiras do programa.

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