INTERCEPTAÇÃO DE PETROLEIRO POR BARCOS IRANIANOS AUMENTA A TENSÃO NO ESTREITO DE ORMUZ | PetroNotícias





INTERCEPTAÇÃO DE PETROLEIRO POR BARCOS IRANIANOS AUMENTA A TENSÃO NO ESTREITO DE ORMUZ

dfffdTrês barcos de patrulha iranianos tentaram impedir e ameaçaram um petroleiro britânico de navegar pelo estreito de Ormuz, mas um barco de guerra inglês socorreu o petroleiro aliviando a elevação das tensões na região. Na semana passada, conforme o Petronotícias informou, um navio petroleiro iraniano foi interceptado pela Marinha Britânica, quando tentava levar petróleo para a Síria. Essa pode ter sido a razão para que barcos de patrulha do Irã tenham tentado atacar o petroleiro em Ormuz. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou aumentar “substancialmente” e “em breve” as sanções econômicas contra Irã por conta do programa de energia nuclear de Teerã. “O Irã esteve enriquecendo urânio em segredo por muito tempo, em uma violação total do terrível pacto de US$ 150 bilhões feito pelo ex-secretário de Estado, John Kerry e o governo Obama”, escreveu Trump em mensagem no Twitter. “Lembrem-se, esse pacto ia expirar em poucos anos. As sanções em breve aumentarão, substancialmente!”, completou.

Os EUA afirmaram nesta semana que continuarão sua campanha de “pressão máxima” sobre o Irã, a quem acusou de “extorsão nuclear“, depois que Teerã confirmou que está enriquecendo urânio acima do estipulado no acordo multilateral de 2015. Washington reagiu ao anúncio de que o Irã que alcançou um nível de enriquecimento de urânio de 4,5%, o que supera o máximo permitido no pacto nuclear assinado em 2015 com Alemanha, França, Reino Unido, China, Rússia e EUA, que se retiraram do acordo no ano passado. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou que o Irã está enriquecendo urânio acima do limite de pureza de 3,67% estabelecido no acordo de 2015, nível no qual esse combustível pode ser usado apenas com fins pacíficos. Este é o segundo descumprimento do acordo por parte do Irã, após superar há uma semana os 300 quilogramas de hexafluoreto de urânio enriquecido a 3,67%, em reação às sanções dos EUA e diante do que Teerã considera inação por parte da União Europeia (UE).

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