PRIMEIRA SESSÃO DA OFERTA PERMANENTE TERMINA COM 12 ACUMULAÇÕES MARGINAIS E 33 BLOCOS ARREMATADOS

Por Davi de Souza (davi@petronoticias.com.br) –

DSC_0015Como era esperado, os números da primeira licitação dentro da modalidade de Oferta Permanente foram mais modestos, em virtude da natureza dos ativos oferecidos no certame. Ao todo, o certame terminou com 33 blocos arrematados, além de 12 áreas com acumulações marginais negociadas. Assim, a arrecadação com a venda dos ativos ficou em R$ 22,3 milhões. Apesar dos menores valores, o governo se disse satisfeito com o resultado do leilão, o qual considerou bem sucedido.

Estamos muito felizes com o resultado. Esse processo da Oferta Permanente é novo. Foi uma metodologia que começou de forma positiva”, avaliou o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Odonne (foto). “Estamos falando de 45 novos contratos [blocos e acumulações marginais]. Isso não é pouco para a nossa indústria, se consideramos que na 15ª Rodada nós não contratamos nenhuma área terrestre”, alegou.

Oddone também ressaltou o fato de a Petrobrás não ter apresentado lances durante o leilão, apesar de ter sido inscrita para a licitação. “É um exemplo claro de resultado do esforço de criar uma indústria em substituição a um monopólio. É uma nova era na indústria de petróleo e gás”, afirmou.

Para os blocos exploratórios, o bônus total arrecadado foi de R$ 15,32 milhões (ágio médio de 61,48%) e há previsão de R$ 309,8 milhões em investimentos. Já para as áreas com acumulações marginais, o bônus total foi de R$ 6,98 milhões (ágio de 2.221,78%), com previsão de R$ 10,5 milhões em investimentos.

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