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A AUSTRÁLIA PODE ULTRAPASSAR O CATAR COMO O MAIOR EXPORTADOR DE GÁS NATURAL DO MUNDO

vvAs exportações de gás natural liquefeito da Austrália (GNL) devem aumentar para 78 milhões de toneladas até o final deste ano, tornando o país o principal exportador mundial de GNL, de acordo com o novo relatório trimestral sobre recursos e energia  do país. O Relatório  contém as previsões do Escritório do Economista Chefe sobre o valor, o volume e o preço dos principais recursos do país e as exportações de produtos básicos de energia. Ele revela que a Austrália exportou 75 milhões de toneladas de GNL em 2018, mas, graças aos dois últimos projetos de GNL, as plataformas marítimas Prelude e Ichthys, espera-se que aumente para 87 milhões de toneladas até o final do ano. A previsão é este volume chegue a 81 milhões de toneladas em 2020-21.

De acordo com estimativas atuais, a Austrália deve superar marginalmente o Catar como o maior exportador de GNL do mundo em 2019, enviando cerca de 78 milhões de toneladas de GNL em comparação com 75 milhões de toneladas do Catar, que foi  o principal exportador de GNL em 2018, com 76,8 milhões de toneladas, seguido pela Austrália, Malásia e Estados Unidos. No entanto, o relatório do Gabinete do Economista Chefe da Austrália também observou a falta de clareza sobre o nível preciso das exportações de GNL do Catar. Em novembro, a Catar Petroleum anunciou planos para construir outros dois “mega trens” de GNL, o que aumentaria a capacidade de produção de GNL deste país em 64%, ou 126 milhões de toneladas até 2027.

Esses planos são esperados solidificar a posição de Doha como o principal exportador mundial de GNL no final da década de 2020. Segundo a relatório, o valor das exportações australianas de GNL deve diminuir de 34,6 bilhões de dólares em 2018-19 para 33,8 bilhões de dólares, em 2019-20, impulsionado pelo queda nos preços dos contratos relacionados ao petróleo. Durante 2017-18, as exportações australianas de GNL foram avaliadas em US$ 21,4 bilhões, a maioria destinada ao Japão com 43%, enquanto a China recebeu 35% e a Coréia do Sul 11%.

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