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DNV GL LANÇA FERRAMENTA PARA FACILITAR TOMADA DE DECISÕES NA INDÚSTRIA OFFSHORE

Alex Imperial-4A DNV GL lançou mundialmente nesta quinta-feira (29) uma ferramenta de suporte a decisões de recuperação de BOPs (blowout preventers), Desenvolvida no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da DNV GL no Rio de Janeiro, a solução permite que os operadores determinem o melhor momento para fazer reparos após a detecção de falhas de componentes. A empresa aproveitou seu estande na Offshore Technology Conference (OTC) Brasil deste ano para mostrar a nova tecnologia ao mercado.

Batizada de BOP▪RDT, Retrieval Decision Tool, a tecnologia diminui os custos de retirada de um BOP do leito marinho. Segundo comunicado da companhia, esses custos podem passa de US$ 2 milhões de dólares e, em regiões de águas ultraprofundas, o valor cresce ainda mais.

A ferramenta usa de métodos qualitativos e quantitativos para orientar a tomada de decisões. O primeiro se vale das perdas de redundância resultantes do impacto das falhas detectadas na confiabilidade de todas as funções de segurança críticas incluídas na ferramenta. Já o segundo, faz leva em consideração cada função de segurança antes (condição normal) e depois de uma ou mais falhas detectadas em componentes ou subsistemas.

Por fim, a solução chega a algoritmos computacionais numéricos, que são transformados em uma interface com visualização gráfica, para facilitar a utilização por parte de usuários. Na tela é possível ver indicadores codificados por cores do estado de degradação de confiabilidade de cada função de segurança do BOP devido a qualquer falha de componente ou subsistema.

“Enquanto as operadoras almejam aumentar suas reservas e níveis de produção, existe uma crescente preocupação em reduzir o capex. Portanto, alcançar um nível ideal de custo-eficiência tornou-se obrigatório, e tomar as decisões certas, de forma rápida e eficaz, tornam esta meta capaz de ser atingida. Esta nova ferramenta, que foi desenvolvida em nosso Centro de P&D no Brasil, proporciona benefícios técnicos, financeiros e de reputação para os operadores”, afirmou o gerente regional da divisão de Óleo e Gás da DNV GL para a América do Sul, Alex Imperial (foto).

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