BUREAU VERITAS LANÇA SERVIÇOS PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL E IMPLEMENTAÇÃO PARA O MERCADO DE EÓLICAS OFFSHORE

marcioO Bureau Veritas, um dos líderes mundiais em Teste, Inspeção e Certificação (TIC), lançou o Balcão Único, serviço que facilita e agiliza o processo de licenciamento ambiental para implementação de Parques Eólicos Offshore no Brasil. A empresa está oferecendo ainda todo o suporte para as empresas interessadas em atuar no setor. O número de projetos do setor subiu 200% no último ano e a obtenção de licença ambiental, que antes dependia apenas de um órgão, agora passa previamente por outros 11 departamentos e entidades regulatórias, um cenário que torna todo o processo de licenciamento mais complexo e demorado.

Márcio Pereira, diretor de Marítima e Offshore da empresa, disse que o Bureau Veritas nasceu no setor marítimo e há quase 200 anos vem contribuindo para o crescimento e desenvolvimento sustentável de seus clientes, com sua experiência em projetos internacionais e profundo conhecimento da indústria marítima nacional. “O Brasil tem enorme potencial de produção de Energia Eólica e os parques offshore trazem grandes vantagens, como aproveitamento de ventos regulares e maior fator de capacidade”, afirmou.

O Balcão Único do Bureau Veritas reúne, de forma simples e objetiva, as demandas exigidas, desde o início do ano. Empresas interessadas em atuar no setor precisam obter a Declaração de Interferência Prévia (DIP) em 11 órgãos e entidades regulatórias. Cada entidade possui critérios específicos e padronização própria de apresentação dos documentos exigidos, o que torna o processo complexo. O serviço inclui análise de documentação, revisão e recomendações para maior robustez dos projetos e acompanhamento do processo para uma pronta resposta aos respectivos Termos de Referência (TR).

O Brasil tem grande diferencial para liderar o mercado de Energia Eólica Offshore, a começar por sua extensa costa, com um litoral de aproximadamente 7 300 quilômetros, uma superfície oceânica equivalente a meio Brasil, aliado a ventos mais regulares que auxiliam na redução dos custos de geração e maior rendimento dos aerogeradores. Dados do mercado mostram que os primeiros parques eólicos offshore devem ser construídos a partir de 2027, entrando em operação a partir de 2030.

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