IBAMA CONCEDEU LICENÇA DE OPERAÇÃO PARA OS TRECHOS RASO E TERRESTRE DO ROTA 3

foto_8Enquanto enfrenta problemas nas obras do Polo Gaslub, em Itaboraí (RJ), a Petrobrás ao menos recebeu uma boa notícia. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) concedeu a licença de operação para os trechos marítimo raso e terrestre do gasoduto Rota 3. Para lembrar, o Projeto Integrado Rota 3 abrange o gasoduto e a Unidade de Processamento de Gás Natural do Polo Gaslub.

O Rota 3 possui aproximadamente 355 km de extensão total, sendo 307 km referentes ao trecho marítimo e 48 km referentes ao trecho terrestre. O trecho profundo do gasoduto possui 297 km de extensão, compreendido entre lâminas d’água de 58 metros e 2.190 metros. Por sua vez, a parte marítima rasa está instalada em lâmina d’água que começa a partir de 58 metros de profundidade, com cerca de 10 km de extensão.

A vazão de escoamento do Rota 3 será de aproximadamente 18 milhões de m³ de gás por dia. O gás que será escoado pela linha será tratado na UPGN do Gaslub, que terá capacidade para escoar e processar 21 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural provenientes do polo pré-sal da Bacia de Santos.

Como noticiamos, a Petrobrás ainda está reavaliando a data de início do Projeto Integrado Rota 3. Isso porque o consórcio Kerui-Método, responsável pela construção da UPGN, demitiu 2 mil pessoas que trabalhavam nas obras. Com isso, os trabalhos no canteiro estão paralisados, sendo realizadas apenas atividades de preservação dos equipamentos e das instalações. Anteriormente, existia uma expectiva de que o Rota 3 pudesse entrar em operação neste segundo semestre, mas esse cronograma foi por água abaixo por causa dos problemas na obra da UPGN.

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