IRÃ E VENEZUELA VIVEM EXPECTATIVA DE UMA MUDANÇA NA POLÍTICA NORTE AMERICANA COM A POSSE DE JOE BIDEN

QAAQAQAQAO governo de Joe Biden já fez nesta quinta-feira(21), um dia depois da posse, a primeira ruptura dos Estados Unidos com uma aliança conservadora, mas apenas nas questões de saúde sexual e direitos reprodutivos. Irã e Venezuela, ainda aguardam algum direcionamento na nova política americana que possa dar uma sobrevida às economias desses dois países. No Irã, a expectativa é que os americanos voltem ao acordo nuclear e suspenda as sanções econômicas contra os iranianos. Com a Venezuela, a mesma coisa. Que se retire a armada estacionada no Caribe para impedir a chegada de petroleiros na Venezuela e que a indústria petrolífera possa voltar a receber o Nafta para voltar a refinar petróleo e exportar em larga escala.

Enquanto isso não vem, o ditador Nicolás Maduro  alertou as  petroleiras estrangeiras que estão no país aos trancos e barrancos, como a Chevron e a Repsol, QAAQQAAQA de que suas licenças estão em risco, a menos que ajudem   a reverter a queda da produção do petróleo venezuelano. A PDVSA mandou um aviso no mês  passado para todas as empresas que fazem joint venture cm a estatal: ou voltam a produzir em escala ou perde a licença para continuar no país.   A Venezuela diz que buscará novos parceiros se os existentes não se manifestarem e ajudarem a reativar a indústria petrolífera que praticamente colapsou depois  das anções dos Estados Unidos. Não há peças de reposição para os equipamentos de exploração e produção e muito menos para as refinarias. Não há combustíveis suficientes no país. As filas nos postos são gigantescas.

Embora as sanções tenham efetivamente impedido a Chevron de produzir petróleo na Venezuela desde abril de 2020, a empresa americana  foi autorizada a realizar transações consideradas essenciais para preservar seus ativos.  As exportações de petróleo da Venezuela caíram para o nível mais baixo em cerca de sete décadas no ano passado. Produziu 410 mil barris por dia em dezembro. Na terça-feira (19), o Departamento de Estado dos Estados Unidos, ainda no governo Trump,  anunciou medidas contra indivíduos e entidades acusadas de ajudarem a Venezuela a escapar das sanções contra o petróleo.

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