KAROON FECHA ACORDO COM ALTERA & OCYAN PARA AQUISIÇÃO DO FPSO CIDADE DE ITAJAÍ
A petroleira australiana Karoon anunciou hoje (27) que assinou um Acordo de Compra e Venda (SPA) com a Altera & Ocyan para adquirir 100% FPSO Cidade de Itajaí por $115 milhões, além de aproximadamente $8 milhões em custos de transação. A unidade, como se sabe, opera no campo de Baúna, que é operado integralmente pela Karoon. O acordo está sujeito a aprovações habituais. A expectativa é que o acordo seja concluído até 30 de abril de 2025, quando a Karoon se tornará a proprietária da embarcação.
A Karoon pretende contratar um novo empreiteiro de Operação e Manutenção (O&M) para operar e manter o FPSO em seu nome. O processo de seleção de um novo empreiteiro de O&M já começou, e a empresa espera conceder um contrato ao licitante vencedor até meados de 2025. A Altera & Ocyan continuará a operar o FPSO até que a Karoon tenha absorvido completamente a gestão do FPSO e o novo empreiteiro esteja pronto para assumir os serviços integrados de operação e manutenção do navio.
A Karoon estabeleceu uma equipe de transição para trabalhar com a Altera & Ocyan e o novo empreiteiro de O&M (uma vez selecionado), com o objetivo de facilitar a produção segura, eficiente e confiável durante o período de transição e a transferência mais rápida do controle operacional. A duração do período de transição é esperada entre 6-9 meses e permanece sujeita a planejamento adicional e aprovações regulatórias.
“Estamos encantados por ter chegado a um acordo com a Altera & Ocyan para a aquisição do FPSO Cidade de Itajaí. O FPSO é fundamental para nossas operações em Baúna e a propriedade nos proporcionará direção estratégica direta sobre a instalação, permitindo-nos melhorar a eficiência operacional de acordo com um cronograma determinado pela Karoon”, disse o CEO da Karoon, Julian Fowles.
O executivo disse ainda que a esperada redução nos custos operacionais e a certeza sobre a disponibilidade de longo prazo do navio devem permitir que o campo opere de forma lucrativa até a década de 2030. Isso permitiria a petroleira acessar uma parte dos 8,7 – 16,4 milhões de barris de Recursos Contingentes do Projeto Baúna (1C a 3C), sujeito a avaliação técnica e comercial adicional.
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