ROSATOM COMEÇA PROGRAMA PARA CRESCER AINDA MAIS SEUS NEGÓCIOS EM RADIOISÓTOPOS PARA MEDICINA NUCLEAR

rosatom_bolivia_1010_bA Rosatom, uma das principais fornecedoras de isótopos para o Brasil, através das suas subsidiarias Rosenergoatom, Rusatom Healthcare JSC e Isotope JSC, avançou para a fase prática do seu programa de desenvolvimento de negócios de Radioisótopos. O principal objetivo do programa é aumentar os volumes de produção das empresas, bem como ampliar a variedade de isótopos produzidos para incluir mais dos isótopos mais usados e mais procurados do mundo. A  empresa revela que brevemente planeja aumentar sua contribuição para o mercado global de cobalto-60 (60Co) de 15% para 30%. O cobalto-60 é um isótopo usado para combater a propagação de infecções, por exemplo, através da esterilização de dispositivos médicos e da desinfecção de alimentos e água potável.

Após a irradiação dos absorvedores de cobalto carregados, a Kursk NPP sozinha atenderá cerca de um quinto da demanda global anual de Cobalt-60, enquanto a quantidade de Cobalt-60 extraída da Unidade 3 da Smolensk NPP será suficiente para esterilizar 400.000 toneladas de dispositivos médicos ou 700.000 toneladas de especiarias, 2 milhões de toneladas de carne, mais de 1 milhão de toneladas de grãos ou 50 milhões de toneladas de vegetais. A Rosenergoatom também planeja começar a produzir isótopos médicos populares, como molibdênio-99, iodo-131, iodo-125, samarium-153, lutetium-177 e outros usados para o tratamento e diagnóstico de câncer.

O cenário de linha de base do programa prevê um aumento na receita anual e um aumento significativo do portfólio de isótopos Rosenergoatom até 2030. A próxima carga para o Brasil está prevista para chegar na próxima segunda-feira (4). O IPEN processou na final da semana passada  uma carga que recebeu na quinta-feira (30) da Holanda. O instituto está produziu os geradores de Tecnécio para aplicação em pacientes em tratamento contra o câncer. Nesta segunda-feira (4), uma nova carga de Molibidênio-99 e de Iodo 131, é esperada da Rússia, que teve seu fornecimento praticamente regulazarizado. Todas as segundas uma nova carga de radioisótopos deve descer no aeroporto de Viracopos, em Campinas.

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