CONSELHO DA PETROBRÁS DECIDE SE REFERENDA O ACORDO COLETIVO DE TRABALHO COM A FUP DEPOIS DAS NEGOCIAÇÕES
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) considera que conquistou avanços importantes na negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) em reunião com a Petrobrás depois de dois dias de reunião. A terceira contraproposta da empresa será apreciada pelo Conselho Deliberativo (CD) da FUP reunido com os sindicatos filiados nesta quinta-feira (16). De acordo com a entidade, “houve a ampliação e o resgate de direitos históricos que foram retirados nos últimos sete anos”, construindo alternativas importantes para reduzir o endividamento dos aposentados e pensionistas, que foram os mais impactados por resoluções da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que engessam as negociações de acordos coletivos de empresas estatais.
A nova contraproposta retoma a política de ganho real, após sete anos sem reajustes acima da inflação e de um ano em que a categoria teve zero de reposição. Devido às imposições da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), que limitam o ganho real a 1% nas empresas estatais, a FUP buscou alternativas junto à Petrobrás e às subsidiárias, que resultaram na proposta de abono de uma remuneração. Somam-se a isso a anistia do saldo devedor da AMS (plano de saúde e seguridade), acumulado até 2018, e o pagamento de saldo de acúmulo de férias. Há ainda o reajuste de 8,39% (IPCA Educação) das tabelas dos benefícios educacionais e do programa jovem universitário; reajuste de 5,78% (IPCA Alimentação Fora do Domicílio) dos vales alimentação e refeição.
A nova contraproposta retoma a política de ganho real, após sete anos sem reajustes acima da inflação e de um ano em que a categoria teve zero de reposição. Devido às imposições da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), que limitam o ganho real a 1% nas empresas estatais, a FUP buscou alternativas junto à Petrobrás e às subsidiárias, que resultaram na proposta de abono de uma remuneração. Somam-se a isso a anistia do saldo devedor da AMS (plano de saúde e seguridade), acumulado até 2018, e o pagamento de saldo de acúmulo de férias. Há ainda o reajuste de 8,39% (IPCA Educação) das tabelas dos benefícios educacionais e do programa jovem universitário; reajuste de 5,78% (IPCA Alimentação Fora do Domicílio) dos vales alimentação e refeição. Em relação ao plano de assistência médica da Petrobrás, antiga AMS, a empresa se comprometeu a preservar o orçamento familiar dos beneficiários e recuperar a qualidade e a abrangência do plano de saúde. Durante a negociação do ACT, a FUP e seus sindicatos apresentaram à Petrobrás alternativas para garantir a sustentabilidade econômica do plano, reduzindo o impacto financeiro dos descontos no orçamento dos petroleiros, principalmente dos aposentados e pensionistas.
A FUP diz que “a Petrobrás se comprometeu a buscar junto à Fundação Petrobrás de Seguridade Social (Petros) o limite de desconto de 40% do benefício líquido dos assistidos e da remuneração dos participantes da ativa. A FUP garantiu que seja instalada uma comissão tripartite (federações, Petrobrás e Petros), com prazo de 30 dias, para viabilizar que os descontos da AMS e dos empréstimos da Petros fiquem dentro desse limite de 40%.” Outro avanço importante foi o resgate da cláusula que garante que os trabalhadores concursados não serão demitidos em casos de desinvestimentos, descomissionamentos, desmobilização de prédios ou processos de redução de atividades.

publicada em 16 de novembro de 2023 às 14:00 





Chico diz que a Petrobrás é do povo brasileiro.
Roberto diz que a Petrobrás é dos acionistas.
Antonio diz que a Petrobrás é dos funcionários.
Quem está certo?
Lembrando que Chico é o bobão da turma que é utilizado como massa de manobra.