DEFESA DE LULA AO DITADOR VENEZUELANO E ATAQUES A DONALD TRUMP NA CELAC AFASTAM O BRASIL DOS ESTADOS UNIDOS AINDA MAIS
Cada vez mais vai se dissipando a expectativa do empresariado brasileiro ver nas ações do governo e do presidente Lula, como instrumentos capazes de solucionar os problemas causados pelo tarifaço de 50% dos Estados Unidos. O exemplo deste final de semana parece definitivo para enterrar de vez as esperanças. O Presidente Lula voou quase 9 horas para passar pouco mais de três horas na Colômbia e fazer um discurso de 5 minutos para enaltecer o ditador sanguinário venezuelano Nicolás Maduro e falar mal dos Estados Unidos, criticando o presidente Donald Trump pela mobilização militar contra os narcoterroristas venezuelanos. Este esforço de Lula só pode ser medido por duas réguas: ou está fugiu do fracasso da COPE 30, em Belém, ou não está nem aí para as negociações sobre o tarifaço. Ou mesmo as duas coisas juntas. Tanto uma quanto outra, só revela todo desprezo pela agonia que as empresas, os empresários e seus funcionários estão sofrendo.
Este esforço em provocar os Estados Unidos para se aliar a ditaduras latino americanas terá um preço alto para todo Brasil pagar. As sanções contra a nossa economia
podem ser ainda mais duras. É cutucar a onça com a vara curta e muita vontade de arranjar confusão acreditando que este destempero defende a nossa soberania. Por estas ações e pelas ações do Supremo Tribunal Federal, outros ministros poderão ser incluídos como vítimas da Lei Magnistsky. Os argumentos usados pelo Ministro Luiz Fux, no julgamento do ex-presidente Bolsonaro, mostraram que a base das acusações eram frágeis e fora da Constituição brasileira, reforçando a tese de perseguição usado por Trump em sua carta aberta enviada ao governo brasileiro
Lula não ficou na cidade caribenha de Santa Marta, onde acontece a cúpula, nem para tirar a foto dos representes dos países que participam do encOntro da CELAC, esvaziado pela ausência de representantes de peso. O presidente brasileiro era um dos poucos nomes confirmados para o evento, depois que o Presidente Trump impôs sanções até pessoais contra o presidente colombiano, Gustavo Petro, que defendeu abertamente os narcotraficantes colombianos e suas ações. O governo da Colômbia espera dez governantes, incluindo o próprio anfitrião.
Os principais líderes europeus —o presidente francês, Emmanuel Macron, os primeiros-ministros alemão, Friedrich Merz, e italiana, Giorgia Meloni, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen— descartaram a presença há muito tempo. O presidente argentino, Javier Milei, nem sequer enviou um ministro de Estado. O Paraguai foi representado por seu vice-chanceler. Equador e México foram representados por funcionários menos graduados. Na cúpula UE-Celac de 2023, na Bélgica, participaram quase 50 líderes latino-americanos e todos os 27 chefes de Estado e de governo da UE. Lula foi voltou, gastou tempo e dinheiro, e o resultado que conseguiu para o bem do Brasil foi zero.

publicada em 10 de novembro de 2025 às 12:00 






