ESCRITÓRIO ESPECIALIZADO EM LEVAR EMPRESAS E PROFISSIONAIS PARA OS ESTADOS UNIDOS VÊ MOMENTO AINDA FAVORÁVEL
Para você que pensa em trabalhar nos Estados Unidos ou mesmo levar a empresa até um braço norte-americano, o ano de 2025 ainda está muito favorável, pelo que informa Maria Eduarda Reis, advogada brasileira especializada em imigração empresarial e sócia do escritório Canero Fadul Reis Law, sediado em Miami. Ela explicou como os fatores econômicos e jurídicos criam um ambiente inédito para expansão internacional. A combinação entre dólar estabilizado, política americana de reindustrialização e novas rotas migratórias faz de 2025 o ano mais favorável para empresários brasileiros que planejam atuar nos Estados Unidos. Com mais de uma década de atuação jurídica nos EUA, Reis acompanha o avanço de empreendedores latino-americanos — em especial brasileiros — que buscam consolidar operações no país. Para ela, o momento exige ação estratégica de quem ainda avalia expandir internacionalmente: “O ano de 2025 é especialmente favorável porque o ambiente econômico e político americano está receptivo a investimentos estrangeiros. A nova administração reforça políticas voltadas à inovação, energia, infraestrutura e sustentabilidade, áreas em que o Brasil tem muito a oferecer.”
Ela diz que o cenário atual é vantajoso não apenas para grandes corporações, mas também para empresários de médio porte e executivos com histórico técnico sólido. A especialista alerta que adiar a decisão pode significar perder espaço para concorrentes de outros países latino-americanos. “Este é o momento de agir com estratégia. Os EUA valorizam quem chega com um plano sólido, geração de empregos e impacto econômico real.”
Para a advogada, um dos erros mais comuns de empresários brasileiros é hesitar diante da oportunidade atual. A demora, diz pode significar a perda de espaço em mercados-chaves nos Estados Unidos. “É o custo de não se mover. O mercado americano é extremamente competitivo e quem chega primeiro conquista oportunidades que depois se tornam muito mais caras e difíceis de acessar.” Outro erro é tratar a internacionalização como uma mera abertura de empresa. “Não basta ter um CNPJ americano. É preciso operação real, contas bancárias, contratos e um plano de crescimento coerente.”
A advogada destaca que há movimentos de empresas vizinhas na América Latina, especialmente concorrentes diretos do Brasil, que têm ocupado espaço no mercado americano com rapidez. “Hoje vemos empresas latino-americanas, inclusive concorrentes diretas de brasileiros, se consolidando aqui e captando investimentos, contratos e visibilidade internacional. Ficar parado significa ver essas oportunidades passarem. Por isso, o ideal é planejar com antecedência, mesmo que o investimento seja feito em etapas.” Maria Eduarda reforça que a melhor forma de evitar erros é contar com uma assessoria integrada desde o início — jurídica, contábil e migratória. “Cada decisão precisa estar conectada à outra, do modelo de negócio ao tipo de visto.”
Neste momento os estados americanos mais procurados são o Texas e a Flórida. O primeiro, pela cultura de negócios internacional e ambiente regulatório acessível; o segundo, por incentivos fiscais e forte presença nos setores de energia, construção e logística. Nos últimos meses, iniciativas como o Gold Card, o Corporate Card e o Platinum Card passaram a circular em discursos oficiais americanos. As propostas visam atrair capital e talentos de alta renda, mas ainda dependem de regulamentação. O Gold Card é associado à residência para quem investe cerca de US$ 1 milhão; o Corporate Card, para empresas com aporte de até US$ 2 milhões; e o Platinum Card, para indivíduos de alta renda, com benefícios fiscais e permanência estendida. Essas novas modalidades, no entanto, não substituem os caminhos já consolidados de imigração econômica.
Para os empresários ainda indecisos, a recomendação é direta: agir com base em dados e orientação. “Não espere o momento perfeito. Ele nunca chega. O ideal é começar com um bom planejamento, entender o mercado, definir a estrutura e buscar a assessoria certa”, aconselha a advogada. Além da especialização técnica em imigração empresarial, o Canero Fadul Reis Law carrega um diferencial pouco comum entre escritórios que atuam nos Estados Unidos: é liderado por advogadas que são, elas próprias, imigrantes. A vivência direta com os desafios migratórios permite que o suporte prestado pelo escritório vá além da legislação. A abordagem, segundo a advogada, combina técnica com empatia. “Nós entendemos não só as leis, mas também o que o cliente sente. As dúvidas, as inseguranças e os desafios práticos de recomeçar em outro país. Essa vivência faz com que o nosso trabalho vá além do jurídico: a gente realmente acompanha o empresário na jornada de expansão, conectando o lado legal com o lado humano e cultural do processo.”

publicada em 24 de novembro de 2025 às 15:00 







