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A GEOPOLÍTICA MUNDIAL TEM MUDANÇAS EM TODO CENÁRIO MOSTRANDO UM BRASIL FRACO E A FORÇA DOMINANTE DOS ESTADOS UNIDOS

O petróleo abre esta quinta-feira(5) com viés de alta, ainda em consequência do conflito no Oriente Médio. O barril de petróleo Brent opera ultrapassando os US$ 83, impulsionado por tensões geopolíticas e a paralisação momentânea do Estreito de Ormuz. O petróleo WTI também registra alta, cotado e operando acima de US$ 75 para contratos futuros. A verdade é que a cada dia que sol nasce nesses últimos dias, o teatro geopolítico mundial está mudando drasticamente em função das ações do governo dos Estados Unidos, que parece colocar ordem no ambiente mundial. Começou com o combate aos imigrantes ilegais, um fenômeno que expandiu desde Europa e quase dominou os Estados Unidos. Trump se voltou para combater o narcotráfico e os líderes de esquerda, prometendo reaver a influência americana no hemisfério sul. E começou prendendo o ditador sanguinário e usurpador do poder venezuelano, Nicolás Maduro. Seguiu para Cuba onde está pegando a ditadura castrista pelo pescoço e sacudindo. Paralelamente juntou-se a Israel para resolver um problema crônico no Oriente Médio: o fim das pretensões armamentistas nucleares iranianas e acabar com o veio que alimenta os terroristas mais sanguinários do mundo: Hamas, Hezbollah e os Houthis, armados, financiados e nutridos pela inteligência da Guarda Revolucionária do Irã.

E em todo este contexto geopolítico, a posição brasileira, capitaneada pelo governo Lula sob os auspícios de um assessor especial, Celso Amorim, que dita as regras diplomáticas internacionais do país, é de dar dó. Deu guarida para navios militares iranianos; se calou na defesa dos mais de mil civis de várias nacionalidades assassinados por terroristas do Hamas em Israel; Apoiou e apoia os terroristas do Hamas; Apoia e defende o Irã que financia vários grupos terroristas no mundo; Não deu uma palavra em defesa dos mais de 33 mil iranianos (a maioria jovens e mulheres) mortos nos protestos em todo país contra a ditadura do sanguinário Aitolá Ali Khamenei, que começaram no dia 28 de dezembro de 2025; Acredita que os traficantes são vítimas dos usuários da droga; apoia ditadores, como Nicolás Maduro, Ortega, na Nicarágua e Dias-Canel, em Cuba e ataca os Estados Unidos, o maior e mais histórico parceiro comercial do Brasil,  e a política do Presidente Trump. Ontem  (4),  em meio à escalada de ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, o presidente Lula voltou a criticar o presidente americano com bravatas sem sentido, além da Organização das Nações Unidas (ONU) por priorizarem a ampliação de gastos militares e conflitos bélicos. O presidente alegou que a instituição está cedendo ao “fatalismo” das guerras e não dá espaço a “senhores da paz”. Parece discurso produzido por inteligência artificial: “Se esses senhores que coordenam o Conselho de Segurança se preocupassem com a fome, ao invés de ficar discutindo, como agora está se discutindo na Europa, o fortalecimento do armamento dos países, investimento na Defesa, a fome seria combatida no mundo.”  Ao mesmo tempo, o portal Metrópoles revelava que o seu próprio filho, Lulinha, tinha movimentado mais de R$ 19 milhões na conta corrente dele.

Coronel Castro, neto de Raul Castro

Os  Estados Unidos miram com o olho esquerdo os bombardeios  contra o  Irã e com o olho direito,  a situação caótica de Cuba, que ficou meio de lado, fora do noticiário,  mas está cada vez pior. A população nem come o pão que a ditadura castrista amassou. Não tem. Mesmo assim, o Secretário de Estado, Marco Rubio, a medida que o tempo passa, vai buscando um entendimento com o neto de Raul Castro, irmão de Fidel Castro, que está com 94 anos. Raúl Guillermo Rodríguez Castro, neto, guarda-costas e auxiliar mais próximo de Raúl, é coronel do Exército cubano, conhecido como El Cangrejo  (Carangueijo), líder da administração da GAESA, o conglomerado militar que controla cerca de 40% da economia da ilha e ativos importantes como os postos de gasolina, o Porto de Mariel, financiado pelos impostos do povo brasileiro, que ainda não recebeu o que é devido e os hotéis turísticos do país, que enriqueceu a cúpula da ditadura cubana, deixando o país à mingua. Durante a reunião da conferência anual dos líderes caribenhos da CARICOM, em São Cristobal, assessores de Rúbio tiveram reuniões com o Coronel Castro.

E as conversas são para alijar o atual ditador de plantão, Miguel Dias-Canel. O período de Miguel Díaz-Canel como líder da ditadura  cubana e figura central da liderança comunista da ilha pode estar chegando ao fim, já que o governo Trump sinalizou a possibilidade de precisar de um substituto como parte das negociações em andamento para impulsionar mudanças econômicas e políticas na ilha.  O presidente escolhido a dedo por Cuba, Díaz-Canel, de 65 anos, tem sido marginalizado nas conversas em curso entre assessores do secretário de Estado Marco Rubio e o neto de Raúl Castro, além de outras figuras em Cuba. A administração Trump o vê como um “obstáculo” às mudanças que deseja implementar na ilha.

O presidente Donald Trump chamou Cuba de “nação falida” e pressionou os líderes do país sem precedentes para que negociassem um acordo. Ele suspendeu o fornecimento de petróleo da Venezuela e do México para a ilha após a captura, pelas forças armadas americanas, do aliado mais próximo de Cuba, o ditador venezuelano Nicolás Maduro. Rubio afirmou que o governo americano não espera mudanças repentinas na ilha, mas gostaria de ver os líderes cubanos implementarem mudanças econômicas “drásticas” em sua economia socialista de planejamento central. Diversas fontes disseram que os EUA discutiram a possibilidade de flexibilizar gradualmente as sanções americanas contra Cuba em troca de reformas na ilha. Após a reunião, Trump disse que uma “aquisição amigável” de Cuba poderia ser possível. Mas a equipe de Trump considera Díaz-Canel muito ideológico e, ao mesmo tempo, sem poder para garantir a posição de Cuba em qualquer possível acordo, disse a fonte. A possibilidade da destituição de Díaz-Canel seria um teste para avaliar o quanto a família Castro, que permanece no centro do poder em Cuba, está interessada em fechar um acordo com o governo Trump que evite uma ação militar dos EUA e abra a economia da ilha para evitar um colapso total do país.

Existem obstáculos significativos, dizem os especialistas, principalmente porque Díaz-Canel também é o primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba, o que lhe confere influência simbólica. “Se isso acontecer, terá que ser resultado de negociações com garantias de ambos os lados, porque seria uma mudança drástica em Cuba”, disse Ricardo Torres(direita), economista nascido em Cuba e professor da American University em Washington, DC. “Uma das coisas com que eles sempre tiveram cuidado é manter a ideia de estabilidade institucional.” A remoção de Díaz-Canel “não é impossível, mas teria que fazer parte de um acordo abrangente para uma grande transformação, porque essa decisão seria um escândalo” em Cuba, acrescentou.

Díaz-Canel presidiu o maior êxodo da história recente de Cuba — quase dois milhões de cubanos deixaram o país desde 2020 — e as maiores manifestações desde que Fidel Castro assumiu o poder em 1959. E embora Raúl Castro nunca tenha se aposentado de fato e ainda seja a autoridade máxima de Cuba, foi Díaz-Canel quem se tornou o rosto da crise econômica e das políticas governamentais desastrosas que levaram o país à ruína. Díaz-Canel foi à televisão ao vivo para instar os apoiadores do governo a confrontarem os manifestantes “por todos os meios necessários”, uma declaração que muitos interpretaram como uma permissão para violência contra os manifestantes. Centenas das pessoas presas naquele dia ainda estão encarceradas, constituindo a maior parte dos mais de 1.000 presos políticos estimados em Cuba.

A rede elétrica de Cuba entrou em colapso novamente na noite de ontem (4) deixando várias províncias sem energia elétrica. A empresa estatal de serviços públicos de Cuba, Union Electrica, afirmou que o apagão foi causado por “uma desconexão do sistema nacional de energia” que afetou províncias desde Pinar del Rio, no leste, até Camagüey, no centro de Cuba, devido a uma falha na usina termoelétrica Antonio Guiteras, na província de Matanzas(direita). economista nascido em Cuba e professor da American University em Washington, DC. A infraestrutura elétrica precária de Cuba entrou em colapso diversas vezes nos últimos dois anos, deixando, por vezes, todo o país sem eletricidade. Moradores de muitas regiões do país atualmente sobrevivem com apenas algumas horas de energia elétrica por dia, uma situação que se agravou depois que o presidente Donald Trump pressionou a Venezuela, o México e outros países a interromperem o fornecimento de petróleo a Cuba, como forma de pressionar o governo cubano a implementar reformas. Na semana passada, o governo Trump autorizou a venda de petróleo americano para o setor privado cubano, mas não para o governo, que ainda opera a infraestrutura energética, incluindo portos e postos de gasolina. A crise energética já dura mais de dois meses.

PRISÃO POR TERRORISMO

Mesmo  com todos estes problemas,  a ditadura do país, continua arrogante mesmo vivendo um caos. Ainda prende em suas masmorras quem protesta. Os cubanos  que moravam na Flórida e que tentaram invadir Havana de barco para tentar salvar outros cubanos e levar para os Estados Unidos, foram recebidos  a tiros e alguns morreram e os que sobreviveram foram presos e estão sendo acusados de serem  terroristas. O governo cubano afirma eles  tentaram realizar ataques na ilha e serão julgados por terrorismo. A ditadura cubana diz que a lancha tinha bombas, munições e armas, mas sem não apresentaram nada.   A embarcação, registrada na Flórida, foi interceptada por um navio da guarda costeira cubana no dia 25 de fevereiro. A declaração do procurador-geral ofereceu pouca clareza, obscurecendo ainda mais um incidente que já gerou significativa especulação internacional.  “No que diz respeito aos direitos e garantias consagrados na Constituição e nas leis, o Ministério Público assegurará o cumprimento do devido processo legal e, uma vez concluídas as investigações, adotará as decisões processuais correspondentes”, afirmou o órgão em um comunicado. Os homens são cidadãos cubanos residentes nos Estados Unidos.  Cuba identificou os homens detidos em relação ao incidente como Cristian Ernesto Acosta Guevara, Conrado Galindo Serrior, José Manuel Rodríguez Castelló, Leordán Cruz Gomez, Amijail Sanchez Gonzalez, Roberto Alvarez Avila.  Os mortos foram identificados como  Pavel Alling Peña, Michael Ortega Casanova, Ledián Padrón Guevara e Hector Duani Cruz Correa.

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Drausio Lima Atalla
Drausio Lima Atalla
1 mês atrás

Uns optam por Deus, outros pelo diabo. De que lado estamos?