FORÇA DE TRABALHO FEMININA NA CLADTEK CHEGA A 30% APÓS LANÇAMENTO DE NOVOS PROGRAMAS INTERNOS
O Dia Internacional da Mulher será celebrado somente no domingo (8), mas diversas empresas do setor de energia anunciaram, ao longo da semana, os mais recentes avanços em termos de equidade de gênero na indústria. Uma das companhias que registrou mais avanços nesse campo nos últimos anos é a Cladtek, que implementou programas para ampliar o acesso feminino ao mercado de trabalho e, hoje, conta com cerca de 30% de sua força de trabalho global composta por mulheres. Além disso, nos cargos de liderança, elas ocupam aproximadamente 25% das posições, acima da média estimada entre 15% e 20% no setor de energia.
No Brasil, o Programa de Aprendizagem da empresa alcançou uma taxa de participação feminina de 41%, abrindo oportunidades para mulheres que estão ingressando pela primeira vez no mercado de trabalho. A companhia também desenvolveu o programa de trainees Cladtek Pulse, voltado à formação técnica e ao desenvolvimento de liderança de mulheres negras que cursam ou concluíram recentemente a graduação em Engenharia. Com base nos resultados obtidos no país, a empresa estuda levar iniciativas semelhantes para outras regiões onde mantém operações, adaptando os programas às características de seus negócios em outros países.
A diretora de Recursos Humanos da Cladtek, Luciana Caldas (foto principal), afirma que ambientes industriais mais diversos tendem a contribuir para avanços em segurança, inovação e eficiência operacional. Segundo ela, a companhia mantém uma estratégia de longo prazo voltada à promoção da equidade.
“O objetivo é que a Cladtek seja uma referência no setor. Mais do que ser pioneira em iniciativas de diversidade, o foco está em contribuir para uma mudança na cultura do mercado”, disse. “Essa iniciativa vai além de metas pontuais de equidade e busca influenciar o mercado de energia como um todo. Colaboramos com outras organizações para compartilhar nossas práticas e estruturas de diversidade, com o objetivo de promover uma transformação mais abrangente na cultura da indústria”, declarou.
A engenheira de materiais Juliana Fonseca participou da primeira edição do programa Pulse e afirmou que a iniciativa contribuiu para ampliar a qualificação técnica e fortalecer a autonomia das participantes. “Esse processo de seleção e integração foi um diferencial. Ele priorizou a preparação e a troca de experiências. Com capacitação técnica necessária e confiança, as mulheres podem ocupar qualquer função no setor”, declarou.
A Cladtek informou que conta com equipes dedicadas ao recrutamento, responsáveis por analisar o perfil das candidatas e adotar critérios que priorizam o potencial de desenvolvimento, além da experiência profissional. Após a seleção, as participantes passam por um processo estruturado de preparação, que inclui treinamentos técnicos, sessões de coaching e um plano de integração às operações da empresa.

publicada em 5 de março de 2026 às 19:00 




