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VALARIS GARANTE NOVOS NEGÓCIOS E ELEVA CARTEIRA DE CONTRATOS A US$ 4,9 BILHÕES

A empresa de perfuração offshore Valaris garantiu novos negócios e extensões de contratos no Brasil, Brunei, Indonésia e nos setores britânico e holandês do Mar do Norte. Segundo a empresa, a sua carteira de pedidos total subiu para cerca de US$ 4,9 bilhões, ante aproximadamente US$ 4,7 bilhões em fevereiro.

Entre os contratos mais recentes para sondas flutuantes, a Valaris destacou a extensão de 1.064 dias do navio-sonda Valaris DS-4 com a Petrobrás. A extensão deve começar em novembro de 2027, em continuidade direta ao programa atual, e deve acrescentar cerca de US$ 447 milhões ao backlog. A taxa diária do contrato em vigor também foi ajustada, reduzindo o backlog em aproximadamente US$ 21 milhões no período entre 1º de abril de 2026 e novembro de 2027.

Entregamos operações seguras e confiáveis para nossos clientes, alcançando eficiência de receita de 98% no primeiro trimestre. Esperamos uma melhora relevante em nossos resultados financeiros ao longo de 2026, apoiada pela forte entrega de projetos e execução operacional, com o DS-12 tendo retornado às operações antes do previsto e outros três navios-sonda de nossa frota ativa no caminho para retomar atividades ainda este ano”, disse Anton Dibowitz, presidente e CEO da Valaris.

Sonda DS-4

Nos contratos de sondas autoelevatórias (também chamadas de jack-up), a Valaris obteve uma extensão de dois anos para a plataforma Valaris 115 com a Brunei Shell Petroleum. O novo período deve começar em abril de 2027, em continuidade direta ao contrato atual, e acrescentará cerca de US$ 78 milhões ao backlog.

Na Indonésia, o contrato de um poço para a jack-up Valaris 106 com a Medco Energi começou em abril de 2026 e tem duração mínima de 45 dias. O valor estimado é de cerca de US$ 5,4 milhões. No Mar do Norte britânico, a Valaris garantiu uma extensão de 123 dias para a jack-up Valaris 122 com a Adura, para serviços de apoio de acomodação. O contrato começou em maio de 2026 e adiciona aproximadamente US$ 14 milhões ao backlog.

A Valaris 122 também foi contratada pela Ineos para uma campanha de dois poços no Mar do Norte britânico, com início previsto para setembro de 2026 e duração estimada de 162 dias. A taxa diária operacional será de US$ 115 mil. O contrato inclui opções que podem totalizar até 825 dias de trabalho adicional no Mar do Norte britânico e dinamarquês.

Valaris 123

No setor holandês do Mar do Norte, a Valaris 123 iniciou em maio de 2026 uma extensão de 123 dias com a TAQA para serviços de apoio de acomodação. A taxa diária é de US$ 80 mil. Já a jack-up Valaris 248 recebeu uma extensão de 74 dias com a GE Vernova no Mar do Norte britânico para apoio de acomodação em um projeto eólico offshore. O contrato começou em abril de 2026 e deve acrescentar mais de US$ 5 milhões ao backlog.

Todas as unidades da Valaris e da ARO Drilling — joint venture meio a meio entre a companhia e a Aramco, na Arábia Saudita — que operam no Oriente Médio permanecem contratadas. A conclusão das manutenções programadas nos estaleiros das plataformas Valaris 116 e Valaris 250 foi adiada, e os contratos de afretamento bareboat agora devem ser retomados no terceiro trimestre de 2026.

Seguimos positivos em relação às perspectivas para a perfuração offshore, sustentadas pela melhora dos fundamentos de mercado. Embora os conflitos em andamento no Oriente Médio tenham criado incertezas no curto prazo, eles reforçam a importância estratégica da segurança energética e da necessidade de investimentos contínuos em upstream para ajudar a garantir oferta de energia confiável e acessível”, concluiu Dibowitz.

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