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A OTC TERMINA NESTA QUINTA-FEIRA COM UM DESTAQUE ESPECIAL PARA O PAVILHÃO BRASIL E PARA OS NOVOS NEGÓCIOS QUE VIRÃO

A OTC entra hoje (7) no seu último dia com algumas observações a serem feitas. A ausência  de um estande da Petrobrás e a presença das principais lideranças da companhia podem ser colocadas como um fator de destaque. Não que a presidente Magda Chambriard tenha dado de costas para o maior evento de petróleo no mundo. Há uma justificativa forte para que ela não tenha viajado: a guerra contra o Irã, que sacode os preços do petróleo todos os dias, embora não se saiba oficialmente a razão da ausência. Mesmo tendo mandado a sua diretora de engenharia, Renata Baruzzi, a ausência da companhia foi sentida. Ela não teve uma presença que prestigiasse as empresas fornecedoras da Petrobrás que investiram alto para estarem presentes em Houston, com despesas com passagens aéreas caras, hospedagem, custos de exposição, de pessoal e alimentação. No momento atual, o prestígio da Petrobrás seria bem vindo. Aliás, sempre é.

Por outro lado, a coragem das empresas que tiveram o desprendimento de enfrentarem todos estes custos para buscar negócios internacionais para as suas companhias, ou mesmo estabelecerem o conhecido network com empresas nacionais, merece um elogio especial. Os custos são altos e os resultados, algumas vezes, não se realizam. Felizmente, também tivemos coisas boas por aqui.  Um destaque especial este ano foi para a organização impecável da ONIP, liderada por Marta  Franco, organizadora do Pavilhão Brasil, e também para o trabalho realizado pela FIRJAN, liderado pelo gerente de petróleo e gás, Karine Fragoso.  As palestras, as reuniões com fornecedores e o desejo de contribuir com a indústria do petróleo merecem respeito e elogios.

Elogios também para as 30 empresas que acreditaram no trabalho que foi desenhado, planejado e executado quase com perfeição. São elas: AçoForja, Altave, Altus Sistemas de Automação, Cladtek, Conexled, Core Case, CDiesel Line Cambuí, Engemasa, Flexprin, Gascat, Gávea Logística, Hausthene, HBR Equipamentos, Inovaren Comercial, Microffusão do Brasil, MI Electric Brasil, MRM Logistics, Natec Equipamentos, Neptune Brasil and Marine Corporation, Ouro Negro Tecnologias, PowerPoxi, Qualitech, RZX, Shape Brasil Soluções Digitais, Technomar Engenharia, Tecnofink, Vanasa Multigas, West Group, WMF Solutions e Zanini Renk.

NETWORK

Bernardo Cunha, Karine Fragoso e Henrique Cordeiro

A guerra no Oriente Médio afastou muitas empresas e muitos profissionais na edição 2026 da OTC. Isto foi sentido por todos que estiveram presentes, mas o Pavilhão Brasil, mais uma vez brilhou, como uma afluência de público internacional e também de muitas empresas que decidiram estar presentes para atender aos seus clientes internacionais e também manter contatos como outras empresas brasileiras. Um desses casos foi a EBSE, que está representada em Houston por seu Diretor Superintendente, Henrique Cordeiro, e pelo Diretor Comercial, Bernardo Cunha. Os dois perceberam uma feira menor do que a dos anos anteriores, mas também observaram que o mercado está com uma demanda alta de tubos de aço especial e skids, como explicou Henrique Cordeiro: “Já estávamos fazendo todos os contatos desde o Brasil com as empresas fornecedoras e fizemos algumas reuniões com as distribuidoras buscando estreitar o nosso relacionamento. A EBSE está preparada para atender este mercado. É a nossa tradição. Somos uma empresa centenária que se mantém forte no mercado e temos uma presença marcante, com parcerias com empresas europeias, americanas e mexicanas. Houston serve para um ponto de encontro comum. Sempre fizemos isto e continuamos com este propósito. Levar para o Brasil, para o nosso mercado, o que há de melhor.”

Para Bernardo Cunha a guerra diminuiu o tamanho da feira, mas não a sua importância para o mercado de petróleo: “Com certeza o Brasil teve uma presença significativa também este ano. Aliás, quero parabenizar a Brava Energia pelo prêmio recebido com destaque na abertura da feira. Merecido, pela tecnologia desenvolvida pela empresa e também para  a organização da ONIP pelo Pavilhão, e para a Firjan, que faz a ponte comercial entre as entidades e as empresas que precisam deste apoio. Um trabalho muito bonito e bem feito. Para nós da EBSE, essa relação interpessoal é fundamental. É uma oportunidades de reencontrar os amigos do mercado, conversarmos, entendermos o que está acontecendo e prospectamos novos negócios. Vamos esperar que a nova edição, em 2027, seja feita sob um melhor ambiente para a indústria internacional como um todo.”

 

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