CÚPULA DA DITADURA CUBANA, PRESSIONADA POR DONALD TRUMP E MARCO RÚBIO, PODE SE ASILAR NO BRASIL E NA ESPANHA
Os líderes da ditadura sanguinária de Cuba parecem viver seus últimos dias comandando com mão de ferro os destinos do povo cubano. E, pelo andar da carruagem, seus destinos serão os daqueles malfeitores que, no final, sempre recebem a ajuda de alguém que comunga os mesmos pensamentos totalitários e retrógrados. Tudo está mostrando que eles trilharão o mesmo roteiro dos ditadores quando não encontram mais um jeito de exercer o poder: fugir para outro país carregando tudo o que conseguiram roubar do seu povo. Cuba, talvez, tenha apenas uma exceção: Raul Castro. Com 95 anos, com a saúde bem debilitada, ele disse que “quer morrer lutando” pela revolução. Mesmo que ela tenha sido feita há 60 anos e tenha fracassada profundamente no que diz respeito a ser uma vitória da liberdade e do progresso
para o seu povo. Hoje, todos sabem que ela só foi boa mesmo para os amigos e familiares das lideranças do poder. A família Castro, através do seu filho, Alejandro Castro Espín(direita), chefe da inteligência cubana, e de seu neto, Coronel Raúl Guillermo Rodríguez Castro, ambos da cúpula do poder no país e sancionados pelos Estados Unidos, querem Raul ao lado da família vivendo no Brasil, atendendo a um convite do Presidente Lula, que teria sido enviado secretamente pelo “step” de chanceler, Celso Amorim, uma espécie de eminência parda do governo petista. É ele quem comanda efetivamente as relações internacionais brasileiras. O Ministro Mauro Vireira, embaixador de carreira, embora seja o titular, atua como
sendo da Série B. Os líderes mais velhos da ditadura cubana, mesmo sem expressão pública, estão preferindo ficar em Cuba até o fim. Eles não tem expressão política no país. Já a família do atual presidente, Miguel Diaz-Canel, a mulher dele, Lis Cuesta, e seu filho, Manuel Anido Cuesta, também receberam convite para se asilarem no exterior. Eles devem seguir para a Espanha, que atualmente é liderada pelo governo de esquerdista e desafeto do Presidente Trump, Pedro Sanchez. É na Espanha onde já vive o seu filho, também sancionado pelo governo americano. Mas Diaz-Canel também não terá uma vida fácil por lá, porque a Espanha também abriga muitos imigrantes cubanos que saíram fugidos, perseguidos pela ditadura castrista.
O Petronotícias procurou o Ministério das Relações Exteriores e a própria Secretaria da Presidência da República, para
confirmar a informação de que o presidente Lula tenta trazer para o Brasil abrigar a família do ditador sanguinário, Raul Castro, que mantem o poder na ilha há 60 anos, sem ter feito uma eleição sequer. Não recebemos uma posição do do governo brasileiro. Nem confirmando e nem negando. Na verdade, é o mesmo procedimento que foi feito com Nadine Heredia Alarcón, a ex-primeira dama do Peru. Para lembrar, no dia 16 de abril de 2025, ela chegava ao Brasil, trazida quase que clandestinamente, por um jato da Força Aérea Brasileira, proveniente de Lima, no Peru. Veio fugida da justiça com o apoio das forças armadas brasileiras. Nadine trouxe o seu filho, um menor de idade, mas deixou por lá o marido e ex-presidente peruano Ollanta Humala, preso por corrupção. Nadine foi condenada por corrupção pela justiça do seu país pelo recebimento de propinas da Odebrecht no processo da Lava Jato peruana. Uma ordem de Lula trouxe a criminosa para o Brasil, recebeu asilo político, mas ninguém sabe como vive, onde está ou quem é o responsável por suas despesas.
Raul Castro é o idealizador da GAESA, um conglomerado comando pelos líderes da ditadura cubana, responsável por todo negócio que envolva dólar no país. Grande parte desses dólares eram desviados para irrigar contas dos lideres do governo cubano em contas secretas no Panamá, descobertas pela inteligência americana. A GAESA, desde a sua fundação, foi comandada pelo genro de Castro, o general Luis Alberto Rodríguez López-Calleja até sua morte, em 2022. Ele foi substituído pela Brigadeiro General Ania Guillermina Lastres Morera(direita), que passou a comandar as ações. Uma outra parte do dinheiro arrecadado ajudava a financiar estruturas criminosas em outros países, através do Foro de São Paulo, com a participação também da Venezuela, Nicarágua, Colômbia e do Brasil, segundo as informações de inteligência dos Estados Unidos. Também participavam desse grupo os antigos governos de esquerda do Equador, de Rafael Correa, e boliviano, de Evo Morales.
A PALAVRA À QUEM INTERESSAR POSSA
Recentemente o Secretário de Estado Marco Rubio deu um recado no estilo “ à quem interessa possa.” Mas se sabe que foi praticamente um telegrama para a ditadura cubana, para Daniel Ortega, na Nicarágua, Gustavo Petro, na Colômbia, e para o Presidente
Lula, no Brasil. A mensagem foi postada no X e dizia:
“ Por décadas, Cuba tem sido a capital mundial do terrorismo de extrema esquerda. O regime de Havana recrutou, treinou e apoiou movimentos violentos marxistas e terceiromundistas em todo o nosso hemisfério e além. Hoje, estamos mirando a rede que possibilita w financia as operações subversivas e radicais de Cuba.
Com base nas autoridades de sanções criadas pela histórica Ordem Executiva de Cuba do Presidente Trump, eu estou designando as seguintes entidades:
- Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba;
- Instituto Cubana de Amizade com os Povos;
- Amistur Cuba AS;
- Comitês de Defesa da Revolução;
- Minera La Victoria AS.
Qualquer pessoa que forneça serviços a esses atores sancionados, corre o risco de ser sancionado. Bancos estrangeiros e outras empresas que forneçam serviços a essas entidades devem congelar essas atividades.
A Administração Trump não tolerará mais regimes marxistas radicais em nosso hemisfério, que busquem ameaçar a segurança nacional dos Estados Unidos e se envolver em operações de influência para exportar sua “revolução” venenosa e maligna para o nosso país e o mundo inteiro.”
GAESA NO FIM
Sem a GAESA a estrutura do poder cubano morre. E ela já está na extrema unção, em meio ao êxodo de empresas estrangeiras, em função das pressões norte americanas.
Havana está se movimentando e tentando se manter viva. Para isso, aprovou a chegada de quatro empresas estrangeiras para tentar suprir a saída de várias companhias internacionais que temem ser sancionadas pelo poder dos Estados Unidos. De saída do país, por pressão americana, cinco cadeias hoteleiras, a mineradora canadense Sherritt International, duas empresas de navegação e o banco intermediário dos cartões Visa e Mastercard. Das que chegam, uma delas está ligada a Guillermo Faustino Rodríguez López-Calleja, irmão do falecido presidente da GAESA, que era genro de Raul Castro. O Ministério do Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, autorizou essas entidades a se registrarem no Cadastro Nacional de Representações Comerciais Estrangeiras, vinculado à Câmara de Comércio. A primeira disposição aprova o registro do escritório de representação cipriota da empresa do Principado de Liechtenstein, Gilmar Project Finance, que certamente será sancionada pelos Estados Unidos. A empresa é dedicada a investimentos e intermediação financeira.
Em 2021, a Gilmar Project Finance contratou Guillermo Faustino Rodríguez López-Calleja o irmão do falecido General Luis Alberto Rodríguez López-Calleja, ex-chefe da GAESA, como um de seus administradores. Naquela época, a empresa operava como uma das subsidiárias da Acemex Management Company, sediada no paraíso fiscal de Liechtenstein desde 1984 e parte do conglomerado empresarial das Forças Armadas cubanas. A Gilmar Project Finance está sendo usado pelo regime cubano para contornar o embargo comercial dos EUA. Sua estrutura permitiu que Havana tomasse empréstimos, comprasse, vendesse e fretasse navios carregados com produtos químicos, combustível e materiais de construção necessários para desenvolver o setor turístico e exportar minerais — dois setores priorizados pelas atuais sanções americanas.
A empresa dominicana Sunye Industry & Trading, também recebeu uma licença semelhante, substituindo sua concorrente haitiana, que já operava em Cuba. Seu
negócio concentra-se na venda de máquinas, ferramentas, peças e acessórios para veículos, bem como materiais e matérias-primas para a indústria em geral. A espanhola Dietampa, dedicada à comercialização de tecnologias industriais com a devida assessoria e treinamento técnico, equipamentos, máquinas, aparelhos em geral e suas peças de reposição, bem como materiais. Essas mercadorias incluem reatores nucleares, caldeiras, máquinas, aparelhos e dispositivos mecânicos e suas partes. A lista fecha-se com a também espanhola Hydro Difusión, cuja atividade é a comercialização de matérias-primas, máquinas de injeção de plástico e periféricos, desenvolvimento de projetos chave na mão no setor de plásticos, assessoria técnica em matérias-primas plásticas e manutenção de máquinas. Todas têm um prazo de 90 dias para formalizar seu registro no Cadastro Nacional de Representações Comerciais Estrangeiras da Câmara de Comércio.
SEM LUZ E ÁGUA
Com a usina termoelétrica de Guiteras fora de serviço e apagões frequentes, a situação fica tão grave que até mesmo os chamados circuitos de emergência de Havana sofrem apagões de 20 horas por dia. A empresa estatal de energia elétrica Unión Eléctrica (UNE) informou que a usina de Felton ficou sem energia às 17h46 de sábado. “As causas estão sendo investigadas“, diz o breve comunicado. A razão, descoberta mais tarde, foi “uma falha no sistema automático da bomba de alimentação de água”. Além disso, a usina de Guiteras está fora de operação, assim como a unidade 2 da Usina Termoelétrica de Santa Cruz del Norte, a unidade 2 de Felton e a unidade 6 de Mariel, enquanto as unidades 5 de
Mariel, 5 de Nuevitas e as unidades 5 e 6 de Renté permanecem em manutenção.
Para ilustrar a gravidade da situação, a Companhia Elétrica de Havana informou em seu canal no Telegram por volta da meia-noite de sábado que a cidade registrava apagões de cerca de 314 MW, distribuídos em vários circuitos dos seis quarteirões em que a capital está dividida. A situação era tão grave que até mesmo os circuitos de emergência de Havana estavam sofrendo interrupções de 12 a 13 horas diárias “devido à baixa disponibilidade” de eletricidade. Isso significa que outros circuitos estão sofrendo interrupções muito mais longas.
Os apagões têm provocado dezenas de protestos, com manifestações com panelas. Há queima de toneladas lixo em áreas públicas e bloqueios de ruas quase todas as noites em diversos territórios cubanos, especialmente em Havana e Matanzas. Segundo um relatório, “dada a impossibilidade de obter as peças necessárias para um reparo emergencial mais amplo, decidiu-se continuar com a estratégia de localizar seletivamente as áreas de maior risco e repará-las com o mais alto nível de segurança possível.”
Román Pérez Castañeda, diretor-geral da Guiteras, afirmou que o reparo em curso “levará o tempo necessário,
seguindo os controles estabelecidos” , e ressaltou que as falhas relatadas não ocorreram em elementos reparados anteriormente, o que corrobora uma realidade: o trabalho foi bem feito em uma caldeira que apresenta deterioração significativa, segundo o jornal Solís. Esta é a 13ª paralisação da central de Matanzas em 2026. Enquanto isso, as autoridades reiteram que este ano “planejam iniciar a manutenção geral com trabalhos aprofundados na caldeira, gerador, turbina e equipamentos auxiliares, evitando assim interrupções causadas por paralisações recorrentes“. Essa é uma promessa feita em ocasiões anteriores, sem que a manutenção geral jamais tenha sido realizada.
AJUDA COLOMBIANA
A Colômbia enviou um navio para Cuba com 100 toneladas de ajuda humanitária. O carregamento inclui painéis solares, alimentos, equipamentos médicos e medicamentos, entre outros suprimentos vitais. O carregamento, que partiu na sexta-feira (5), de Cartagena das Índias, por ordem do presidente esquerdista Gustavo Petro, logo depois do secretário Marco Rubio divulgar um comunicado definitivo contra apoio às ditaduras esquerdistas no hemisfério sul e está sendo visto como uma provocação. Em meados de abril, a Colômbia enviou outro carregamento para a ilha, que incluía medicamentos, suprimentos médicos e alimentos doados por organizações sociais, grupos de solidariedade e pelo próprio governo colombiano. A população mesmo não recebeu essas doações que ficaram restritas às famílias das lideranças do governo
cubano e do Exército. O mesmo aconteceu com as doações do México, Espanha, China e Canadá. O povo cubano está passando por um colapso econômico, situação agravada pela crescente pressão de Washington e pelo fim das exportações de petróleo da Venezuela, mas a distribuição dessas doações é feita primeira para a famílias dos líderes da ditadura e para as famílias dos soldados e da polícia política da repressão. As doações feiras pelos Estados Unidos, que já somam US$ 100 milhões são entregues à igreja católica que distribui com as comunidades das cidades cubanas.

publicada em 8 de junho de 2026 às 4:00 








